Dilma, Lula e outros líderes defendem Nobel para médicos cubanos e criticam ação dos EUA contra Cuba

Nota é assinada pelos ex-presidentes brasileiros Dilma Rousseff e Lula, entre vários outros da América Latina que formam o Grupo de Puebla

médicos cubanos - Dilma - lula
médicos cubanos - Dilma - lula (Foto: Stuckert | ABr)


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247 - O Grupo de Puebla saiu em defesa do programa Mais Médicos nesta quarta-feira (7) por meio de nota que denuncia a investigação contra a iniciativa pela Opas, promovida pelos Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump, e pelo governo Jair Bolsonaro. Outra nota das lideranças reivindica o Prêmio Nobel da Paz às missões médicas cubanas, saudando "o esforço humanitário de Cuba em prover serviços de saúde".

De acordo com o texto, a investigação da Opas tem "nítida motivação política, objetivando atingir os governos brasileiros do Partido dos Trabalhadores e o governo de Cuba, beneficiar o candidato do partido republicano e interferir nas eleições municipais brasileiras".

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O Grupo de Puebla manifesta que "apoia a campanha internacional para que esses dedicados profissionais sejam agraciados com o Prêmio Nobel da Paz".

Assinam os textos os ex-presidentes do Brasil Lula e Dilma Rousseff, o ex-presidente do Equador Rafael Correa, o ex-Presidente da Colômbia Ernesto Samper, o ex-Presidente do Paraguai Fernando Lugo e outros.

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