Líder do Hezbollah condena ataque a jornal francês
Jihadistas e grupos radicais islâmicos atacam o profeta Maomé mais do que a cultura ocidental, afirmou Sayyed Hasan Nasrallah; esses grupos "são a maior ameaça ao Islã", acrescentou, em crítica ao ataque a tiros ao Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos
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247 – O presidente do Hezbollah, grupo fundamentalista islâmico xiita, condenou nesta sexta-feira 9 o ataque ao jornal francês Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos, a maioria jornalistas, na última quarta-feira 7.
Segundo Sayyed Hasan Nasrallah, jihadistas e grupos radicais islâmicos atacam o profeta Maomé mais do que a cultura ocidental. Esses grupos "são a maior ameaça ao Islã", afirmou.
Eles, que "dizem seguir o Islã, distorceram a religião, o Corão e a nação muçulmana mais do que os inimigos islâmicos. Tanto os que insultam o profeta em filmes ou desenham tirando sarro", acrescentou o líder político.
O Hezbollah tem origem no Líbano. Outros grupos islâmicos, porém sunitas, como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, classificaram os atiradores de heróis e celebraram o ataque em Paris.
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