Líbano elege aliado do Hezbollah para presidente após dois anos sem comando

O parlamento libanês elegeu nesta segunda-feira 31 o ex-general Michel Aoun como presidente da República do país. Aoun tem proximidade com a milícia xiita libanesa Hezbollah e assumiu depois de quase dois anos e meio sem comando, por divergências entre os dois principais blocos políticos, apoiados respectivamente por Arábia Saudita e Irã

O parlamento libanês elegeu nesta segunda-feira 31 o ex-general Michel Aoun como presidente da República do país. Aoun tem proximidade com a milícia xiita libanesa Hezbollah e assumiu depois de quase dois anos e meio sem comando, por divergências entre os dois principais blocos políticos, apoiados respectivamente por Arábia Saudita e Irã
O parlamento libanês elegeu nesta segunda-feira 31 o ex-general Michel Aoun como presidente da República do país. Aoun tem proximidade com a milícia xiita libanesa Hezbollah e assumiu depois de quase dois anos e meio sem comando, por divergências entre os dois principais blocos políticos, apoiados respectivamente por Arábia Saudita e Irã (Foto: Gisele Federicce)


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Da Télam

O parlamento libanês elegeu nesta segunda-feira 31 o ex-general Michel Aoun como presidente da República do país. Aoun tem proximidade com a milícia xiita libanesa Hezbollah e assumiu depois de quase dois anos e meio sem comando, por divergências entre os dois principais blocos políticos, apoiados respectivamente por Arábia Saudita e Irã.

Aoun recebeu os votos de 83 dos 127 deputados presentes, na sessão para tentar eleger um presidente. Outros 36 deputados se abstiveram e oito votaram em branco.

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Ex-veterano militar, com 81 anos, Aoun é considerado um velho inimigo da Síria e aliado do Hezbollah e de Damasco. Será o décimo terceiro presidente do Líbano desde que o país ganhou a independência da França, em 1943.

Em seu primeiro discurso após ser eleito, Aoun exigiu o desenvolvimento de uma lei eleitoral "justa" e "a libertação dos territórios ainda ocupados" por Israel e reiterou que Tel Aviv continua a representar a "maior ameaça contra o Líbano".

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