Lavrov: Ocidente utiliza exercícios militares para alimentar histeria
Os Estados Unidos e outros países da OTAN tentaram usar os exercícios militares conjuntos Zapad 2017 (Ocidente, em russo) para incitar a histeria e justificar a implantação de novos contingentes militares e equipamentos perto das fronteiras russas, disse neste sábado o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov; o Zapad 2017 foi atividade conjunta de Moscou e da Bielorrússia; "O Ocidente não estava ligando muito [para os exercícios], mas preocupou-se em como utilizar os exercícios como uma desculpa para, mais uma vez, alimentar a histeria", disse Lavrov
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Sputnik
Os Estados Unidos e outros países da OTAN tentaram usar os exercícios militares conjuntos Zapad 2017 (Ocidente, em russo) para incitar a histeria e justificar a implantação de novos contingentes militares e equipamentos perto das fronteiras russas, disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, neste sábado (2). O Zapad 2017 foi atividade conjunta de Moscou e da Bielorrússia.
"O Ocidente não estava ligando muito [para os exercícios], mas preocupou-se em como utilizar os exercícios como uma desculpa para, mais uma vez, alimentar a histeria", disse Lavrov em entrevista à emissora bielorrussa STV.
Ele também disse que as atividades foram usadas como um pretexto para implantar mais tropas nas fronteiras da Rússia, em particular nos estados bálticos e na Polônia.
O chanceler russo disse que Moscou e Bielorrússia seguiram as burocracias estabelecidas pela Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) no Documento de Vienna — que determina o compartilhamento de informações militares dos Estados-membros.
O Zapad 2017 foi realizado entre os dias 14 e 20 de setembro no território da Rússia e da Bielorrússia. Os estados ocidentais repetidamente questionaram as atividades e afirmaram que as tropas russas ficariam na Bielorrússia.
Moscou e Minsk refutaram as acusações e a Rússia afirmou que todos os seus militares deixaram o país após o Zapad 2017. Além disso, altos funcionários russos e bielorrussos declararam repetidamente que os exercícios não representam qualquer ameaça para outros Estados e são exclusivamente defensivos.
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