Latuff: o que fizeram com os índios fazem hoje com os palestinos

O cartunista Carlos Latuff concedeu entrevista à TV 247 e condenou o extermínio da população palestina; "De um lado Israel ataca com bombas nucleares, um imenso poder militar e investimento norte-americano, ao contrário do povo palestino que não tem nada, nem apoio militar e muito menos soberania, eles são despidos de qualquer direito, é uma ação neocolonialista", condena; Assista a íntegra 

O cartunista Carlos Latuff concedeu entrevista à TV 247 e condenou o extermínio da população palestina; "De um lado Israel ataca com bombas nucleares, um imenso poder militar e investimento norte-americano, ao contrário do povo palestino que não tem nada, nem apoio militar e muito menos soberania, eles são despidos de qualquer direito, é uma ação neocolonialista", condena; Assista a íntegra 
O cartunista Carlos Latuff concedeu entrevista à TV 247 e condenou o extermínio da população palestina; "De um lado Israel ataca com bombas nucleares, um imenso poder militar e investimento norte-americano, ao contrário do povo palestino que não tem nada, nem apoio militar e muito menos soberania, eles são despidos de qualquer direito, é uma ação neocolonialista", condena; Assista a íntegra  (Foto: Lais Gouveia)


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TV 247 - O chargista Carlos Latuff concedeu entrevista à TV 247 nesta quarta-feira (2) e discorreu sobre temas relacionados à sociedade brasileira, conjuntura política e a tensão entre Israel e Palestina, onde denuncia através de sua arte o sionismo. “É visível ali que existe o papel do colonizado e colonizador”, condena.

Latuff destaca o que considera mais importante em suas charges. “É sempre gratificante quando a charge transcende o papel editorial e ganha as ruas, ela cumpre um papel histórico”, observa.

“Eu sou um chargista porque faço críticas políticas, um cartunista faz criticas de costumes sociais. Eu não tenho o compromisso com o humor para abordar certos assuntos, atualmente eu sou um cronista que observa a barbárie”, explica Latuff, quando questionado sobre a distinção entre as duas atuações. 

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Latuff, que é de origem carioca, condena a intervenção militar no Rio de Janeiro. “É um factoide, com todas aquelas tropas, do melhor jeito que a classe média gosta, mas é só nas favelas”.

Ele segue discorrendo sobre a violência no Rio de Janeiro. “Costumo dizer que o poder do tráfico não está nos fuzis, mas sim na grana. A guerra às drogas não funciona, ela apenas alimenta o um comércio da corrupção. A droga é um bom negócio sendo ilegal”, esclarece Latuff.

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“Não tenho nenhuma ilusão em relação ao tráfico ou a polícia, não existe esse maniqueísmo que tráfico é bom e policia má, ambos são opressores da população nas favelas”.

Neocolonialismo

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Latuff visitou a região da Cisjordânia, Tel-aviv e constatou o neocolonialismo presente com o povo palestino. “É visível perceber que existe o lado opressor e outro oprimido, por mais que tenha um pano de fundo religioso, essa questão tem que ser tratada como política”.

“Por mais que você tenha atentados por parte de palestinos, temos que entender essa ação como uma resistência a uma invasão violenta e cruel promovida por Israel. De um lado Israel ataca com bombas nucleares, um imenso poder militar e investimento norte-americano, ao contrário dos palestinos que não têm nada, nem apoio militar e nem soberania, nem aos itens básicos, eles são despidos de qualquer direito". 

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Inscreva-se na TV 247 e confira a entrevista com Carlos Latuff: 

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