Kirchner ordena divulgação de informações que procurador solicitou

A presidente argentina, Cristina Kirchner, ordenou nesta segunda (19) que se divulgue as informações de inteligência relacionadas à investigação do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) em 1994, solicitadas na semana passada pelo procurador Alberto Nisman, morto com um tiro ontem; a presidência argentina informou em um comunicado que o secretário de Inteligência, Óscar Parrilli, notificou a juíza federal María Servini de Cubría que “por expresso comando da presidente da nação”, autorizou a abertura dos arquivos

A presidente argentina, Cristina Kirchner, ordenou nesta segunda (19) que se divulgue as informações de inteligência relacionadas à investigação do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) em 1994, solicitadas na semana passada pelo procurador Alberto Nisman, morto com um tiro ontem; a presidência argentina informou em um comunicado que o secretário de Inteligência, Óscar Parrilli, notificou a juíza federal María Servini de Cubría que “por expresso comando da presidente da nação”, autorizou a abertura dos arquivos
A presidente argentina, Cristina Kirchner, ordenou nesta segunda (19) que se divulgue as informações de inteligência relacionadas à investigação do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) em 1994, solicitadas na semana passada pelo procurador Alberto Nisman, morto com um tiro ontem; a presidência argentina informou em um comunicado que o secretário de Inteligência, Óscar Parrilli, notificou a juíza federal María Servini de Cubría que “por expresso comando da presidente da nação”, autorizou a abertura dos arquivos (Foto: Valter Lima)


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247 - A presidente argentina, Cristina Kirchner, ordenou nesta segunda-feira (19) que se divulgue as informações de inteligência relacionadas à investigação do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) em 1994, solicitadas na semana passada pelo procurador Alberto Nisman, morto com um tiro ontem.

A presidência argentina informou em um comunicado que o secretário de Inteligência, Óscar Parrilli, notificou a juíza federal María Servini de Cubría que “por expresso comando da presidente da nação”, autorizou a abertura dos arquivos de inteligência solicitados por Nisman.

O procurador fez o pedido em sua denúncia vinculada ao caso da Amia e à assinatura do Acordo de Entendimento entre Argentina e Irã, em 2013.

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Parrilli lembrou que Nisman “havia pedido a abertura das identidades, ações, feitos e circunstâncias correspondentes à equipe de inteligência e proveniente de escutas telefônicas de figuras citadas na investigação”.

Na tarde de segunda-feira a autópsia do corpo de Nisman foi concluída, e os resultados devem ser apresentados até o fim do dia. Organização judaicas argentinas como a Amia, a Delegação de Associações Israelitas Argentinas (Daia) e o Centro Simon Wiesenthal também pediram esclarecimento sobre a morte do procurador.

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