Kerry defende ação dos EUA no Oriente Médio

"Não acho que estamos sendo quixotescos... Estamos trabalhando duro, porque as consequências do fracasso são inaceitáveis", disse ele, sobre a tentativa de acordo entre judeus e israelenses

U.S. Secretary of State John Kerry speaks during a news conference at the David Citadel Hotel in Jerusalem January 5, 2014. Kerry voiced support for direct South Sudanese peace talks set to begin on Sunday and cautioned against any use of force to try to
U.S. Secretary of State John Kerry speaks during a news conference at the David Citadel Hotel in Jerusalem January 5, 2014. Kerry voiced support for direct South Sudanese peace talks set to begin on Sunday and cautioned against any use of force to try to (Foto: Leonardo Attuch)


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MUNIQUE, 1 Fev (Reuters) - O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, disse neste sábado que continua esperançoso de que o esforço do governo Obama para mediar um acordo de paz entre israelenses e palestinos pode ter sucesso.

Os Estados Unidos esperam concluir um acordo "estrutural" nas próximas semanas e, então, tentar negociar um acordo final de paz até o final de 2014, disse uma autoridade dos EUA nesta semana, de acordo com um participante de uma reunião com líderes judeus norte-americanos.

"Tenho esperança e vamos continuar trabalhando para isso", afirmou Kerry durante discurso na conferência de segurança de Munique. Apesar do ceticismo generalizado, o secretário de Estado dos EUA está liderando o esforço do país para empurrar os dois lados em direção a um acordo.

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"Acredito na possibilidade ou não iria perseguir isso", disse. "Não acho que estamos sendo quixotescos... Estamos trabalhando duro, porque as consequências do fracasso são inaceitáveis".

O enviado dos EUA Martin Indyk afirmou que o plano de acordo irá abordar questões centrais no conflito, incluindo as fronteiras, segurança, refugiados e assentamentos judaicos, segundo um participante da reunião.

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A coalizão do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, já deu sinais de tensão a respeito das negociações sobre o Estado palestino.

(Por Missy Ryan)

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