Justiça argentina pede dados urgentes sobre suposta fraude de vice-presidente

Juiz federal argentino, Ariel Lijo, exigiu da Unidade de Informação Financeira (UIF) e do Banco Central nacional que apresentassem urgentemente informações sobre a fundação Suma, presidida pela vice-presidente Gabriela Michetti; objetivo é saber se foram detectadas na fundação "suspeitas operações" de lavagem de dinheiro; nas últimas semanas de agosto, a Inspeção Geral da Justiça (IGJ) argentina informou que muitas fundações ligadas ao partido do presidente Mauricio Macri, não apresentaram as suas contas

Juiz federal argentino, Ariel Lijo, exigiu da Unidade de Informação Financeira (UIF) e do Banco Central nacional que apresentassem urgentemente informações sobre a fundação Suma, presidida pela vice-presidente Gabriela Michetti; objetivo é saber se foram detectadas na fundação "suspeitas operações" de lavagem de dinheiro; nas últimas semanas de agosto, a Inspeção Geral da Justiça (IGJ) argentina informou que muitas fundações ligadas ao partido do presidente Mauricio Macri, não apresentaram as suas contas
Juiz federal argentino, Ariel Lijo, exigiu da Unidade de Informação Financeira (UIF) e do Banco Central nacional que apresentassem urgentemente informações sobre a fundação Suma, presidida pela vice-presidente Gabriela Michetti; objetivo é saber se foram detectadas na fundação "suspeitas operações" de lavagem de dinheiro; nas últimas semanas de agosto, a Inspeção Geral da Justiça (IGJ) argentina informou que muitas fundações ligadas ao partido do presidente Mauricio Macri, não apresentaram as suas contas (Foto: Paulo Emílio)


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Sputnik - O juiz federal argentino, Ariel Lijo, exigiu da Unidade de Informação Financeira (UIF) e do Banco Central nacional que apresentassem urgentemente informações sobre a fundação Suma, presidida pela vice-presidente Gabriela Michetti.

Segundo fontes judiciais, citadas pela Sputnik Mundo, Lijo fez o pedido "em caráter de urgência". O objetivo da solicitação de informações é saber se foram detectadas na fundação "suspeitas operações" de lavagem de dinheiro. Esta tarefa cabe à UIF, já o Banco Central da República Argentina (BCRA) deverá apresentar as contas e os produtos bancários da Suma.

Assim, por decreto do juiz Lijo, deverá ser levantado o sigilo bancário da fundação desde a sua constituição, em 15 de setembro de 2009. A vice-presidente Michetti se tornou alvo de processo judicial após a denúncia de um advogado sobre a suposta origem ilícita de dinheiro roubado da casa dela em novembro de 2015. O montante total corresponde a 66.400 dólares.

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Nas últimas semanas de agosto, a Inspeção Geral da Justiça (IGJ) argentina informou que muitas fundações ligadas ao partido do presidente Mauricio Macri, Proposta para a Argentina (PRO), não apresentaram as suas contas. A fundação Suma é integrada também por outros membros do governo argentino, como o presidente interino do Senado, Federico Pinedo, o ministro do Interior, Rogelio Frigerio, e o ministro do Sistema de Meios Públicos, Hernán Lombardi.

A fundação Suma se posiciona como "uma organização sem fins lucrativos que estimula uma cultura cidadã de cooperação e trabalho coletivo".

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