Judeus radicais atacam escola em Jerusalém

Instalações estavam vazias no fim do sábado (29) quando supostos extremistas atearam fogo em uma sala de aula da escola Hand in Hand (de mãos dadas), símbolo da tolerância e da coexistência em que crianças palestinas e israelenses estudam juntas em hebreu e árabe; em uma parede do pátio foi escrito “morte aos árabes”; Hand in Hand tem mais de 600 estudantes divididos igualmente entre palestinos e israelenses; há apenas outras quatro escolas como ela em Israel

Instalações estavam vazias no fim do sábado (29) quando supostos extremistas atearam fogo em uma sala de aula da escola Hand in Hand (de mãos dadas), símbolo da tolerância e da coexistência em que crianças palestinas e israelenses estudam juntas em hebreu e árabe; em uma parede do pátio foi escrito “morte aos árabes”; Hand in Hand tem mais de 600 estudantes divididos igualmente entre palestinos e israelenses; há apenas outras quatro escolas como ela em Israel
Instalações estavam vazias no fim do sábado (29) quando supostos extremistas atearam fogo em uma sala de aula da escola Hand in Hand (de mãos dadas), símbolo da tolerância e da coexistência em que crianças palestinas e israelenses estudam juntas em hebreu e árabe; em uma parede do pátio foi escrito “morte aos árabes”; Hand in Hand tem mais de 600 estudantes divididos igualmente entre palestinos e israelenses; há apenas outras quatro escolas como ela em Israel (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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JERUSALÉM (Reuters) - Extremistas judeus podem ter sido os responsáveis pelo ataque e o incêndio numa sala de aula de uma escola árabe-judaica em Jerusalém, disse neste domingo (30) a polícia, uma ação que teve como alvo um símbolo de coexistência na cidade sob uma recente onda de violência.

As instalações estavam vazias no fim do sábado (29), quando pessoas puseram fogo na sala da escola “Hand in Hand” (de mãos dadas, em tradução livre), onde crianças palestinas e israelenses estudam juntas em hebreu e árabe.

 “Morte aos árabes”, foi escrito numa parede do pátio da escola.

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Micky Rosenfeld, o porta-voz da polícia, afirmou que a frase indica motivação “nacionalista”, uma referência sobre a suspeita de que os responsáveis são judeus de extrema-direita.

A Hand in Hand tem mais de 600 estudantes, da pré-escola até o Ensino Médio. O número de alunos é dividido igualmente entre judeus e árabes. Há outras quatro escolas como ela em Israel.

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Ainda era possível sentir o cheiro de fumaça quando os estudantes chegaram na escola neste domingo, o primeiro dia útil em Israel.

Mães em lágrimas deixavam os seus filhos no local, e cerca de 150 pessoas protestavam do lado de fora contra a violência. "Estamos dando apoio umas às outras. Isso nos torna mais fortes”, disse Mimi Fkia, uma professora árabe, abraçada por Vida, colega israelense.

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 (Reportagem de Maayan Lubell)

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