Jornalista dos EUA acusa Ucrânia de assassinar filha de Dugin e diz que "terrorismo" foi motivado pelo Ocidente
Andrew Korybko diz que o assassinato de Darya Dugina mostra que a Ucrânia "intensificou seus ataques terroristas ao ponto de atingir civis"
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247 - O jornalista norte-americano Andrew Korybko publicou neste domingo (21) um texto no qual acusa a Ucrânia de ter assassinado Darya Dugina, filha do filósofo russo Alexander Dugin. O governo de Kiev nega participação.
Para Korybko, a Ucrânia agiu influenciada por desinformação da "América", que trata Alexander Dugin como "guru" do presidente da Rússia, Vladimir Putin. Seria por causa dos pensamentos de Dugin que Putin teria tomado a decisão de reagrupar à Rússia os países que se originaram a partir da queda da União Soviética. "O assassinato de Darya representa uma travessia do rubicão no conflito ucraniano em que Kiev intensificou seus ataques terroristas ao ponto de atingir os membros da família de civis que foram enganados por notícias falsas a pensar falsamente que são formuladores de políticas não oficialmente muito influentes, como parecem ter acreditado que o pai dela é".
"Este assassinato direcionado que foi indiscutivelmente influenciado por meia década de notícias falsas sobre esse filósofo mostra as consequências mortais da campanha de guerra de informação da América", diz o jornalista.
Korybko explica que "de acordo com essa narrativa de guerra de informação artificialmente fabricada que já vem sendo tecida há mais de meia década, os trabalhos anteriores desse filósofo supostamente convenceram o líder russo a restaurar a influência de sua antiga superpotência sobre os países que costumavam compor a União Soviética. A realidade, no entanto, é que essa tendência geoestratégica foi o resultado natural de sua Grande Potência gradualmente se recuperando de seu colapso pós-soviético e defendendo com mais confiança suas linhas vermelhas de segurança nacional na Eurásia".
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