Jay-Z processa autoridades do Mississippi por tratamento injusto a presos

Em nome de 29 detentos, o rapper Jay-Z processou nesta terça-feira (24) duas autoridades penitenciárias do Mississippi. A ação busca indenização para os presos, que dizem que as autoridades não fizeram nada para impedir a violência que matou cinco prisioneiros nas últimas duas semanas

Rapper Jay-Z
Rapper Jay-Z (Foto: REUTERS/Benoit)


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(Reuters) - O rapper Jay-Z processou na terça-feira (24) duas autoridades penitenciárias do Mississippi, no sudeste dos Estados Unidos, em nome de 29 detentos que dizem que as autoridades não fizeram nada para impedir a violência que matou cinco prisioneiros nas últimas duas semanas, informou a NBC News.

A ação indica que “essas mortes são resultado direto do desrespeito total do Mississippi pelas pessoas que estão encarceradas e por seus direitos constitucionais”, segundo a reportagem.

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Em nome de Jay-Z e do também rapper Yo Gotti, o advogado Alex Spiro escreveu uma carta ao governador de Mississippi e à comissária do Departamento de Correções, datada de 9 de janeiro, em que alegava que os artistas estavam “preparados para seguir todos os caminhos possíveis a fim de obter ajuda para as pessoas vivendo nas prisões do Mississippi e suas famílias “, informou a NBC News.

Segundo a reportagem, a carta acrescentava que as mortes foram resultado de anos de severa falta de mão de obra e negligência nas penitenciárias do Mississippi.

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“Já que o Mississippi encarcerou um número crescente de pessoas, reduziu drasticamente o financiamento de prisões. Como resultado, as condições das prisões não atendem nem aos direitos humanos mais básicos”, informou a NBC, citando o conteúdo da carta.

A ação busca indenização para os presos e uma ordem que force o Departamento de Correções do Mississippi a resolver os problemas, principalmente aumentando a equipe e limpando o esgoto, informou o site de celebridades TMZ.

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O Departamento de Correções do Mississippi e o escritório de Spiro não responderam imediatamente a um pedido da Reuters por comentários.

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