Japão vai oferecer US$ 810 mi para ajudar refugiados

O país, que aceitou somente 11 pessoas que buscaram asilo no país no ano passado entre um número recorde de 5 mil pedidos, vai fornecer verba para refugiados sírios e iraquianos; o anuncio deve ser feito pelo premiê Shinzo Abe quando discursar na Assembleia-Geral da ONU na terça-feira

O país, que aceitou somente 11 pessoas que buscaram asilo no país no ano passado entre um número recorde de 5 mil pedidos, vai fornecer verba para refugiados sírios e iraquianos; o anuncio deve ser feito pelo premiê Shinzo Abe quando discursar na Assembleia-Geral da ONU na terça-feira
O país, que aceitou somente 11 pessoas que buscaram asilo no país no ano passado entre um número recorde de 5 mil pedidos, vai fornecer verba para refugiados sírios e iraquianos; o anuncio deve ser feito pelo premiê Shinzo Abe quando discursar na Assembleia-Geral da ONU na terça-feira (Foto: Roberta Namour)


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TÓQUIO (Reuters) - O Japão, que aceitou somente 11 pessoas que buscaram asilo no país no ano passado entre um número recorde de 5 mil pedidos, vai fornecer cerca de 810 milhões de dólares em ajuda aos refugiados sírios e iraquianos, informou a emissora pública NHK nesta segunda-feira.

O premiê Shinzo Abe deve anunciar a nova parcela de ajuda quando discursar na Assembleia-Geral da ONU na terça-feira, informou a NHK, mas sem fazer referência sobre a possibilidade de o Japão aliviar suas condições para aceitar refugiados.

A ONU alertou na sexta-feira que não consegue enxergar uma diminuição no fluxo de refugiados na Europa, com 8 mil desembarques por dia, e que os problemas enfrentados atualmente pelos países europeus podem ser somente "a ponta do iceberg".

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O Ministério das Relações Exteriores do Japão anunciou na sexta-feira que iria providenciar uma ajuda de 2 milhões de dólares para refugiados sírios e comunidades no Líbano, e outros 2 milhões de dólares para países dos Bálcãs Ocidentais, como Sérvia e Macedônia, que enfrentam um fluxo de refugiados e imigrantes.

Tóquio anunciou neste mês mudanças em seu sistema de refugiados, que, segundo ativistas, vão tornar o país ainda mais difícil de chegar para pessoas que precisam de proteção.

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(Reportagem de Kaori Kaneko, Ami Miyazaki e Kiyoshi Takenaka)

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