Itaú: feito para os EUA e para Hillary Clinton

"Enquanto Lula promovia nosso país e nossas empresas no exterior – elas, certamente á procura de bons negócios – o Itaú promovia os interesses defendidos por Hillary para os investidores: bons e lucrativos negócios no Brasil", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Ah, a propósito: a palestra de Lula em Angola teve nota fiscal e foi declarada ao Imposto de Renda. A de Hillary para só se tornou conhecida agora através dos vazamentos do Wikileaks"

"Enquanto Lula promovia nosso país e nossas empresas no exterior – elas, certamente á procura de bons negócios – o Itaú promovia os interesses defendidos por Hillary para os investidores: bons e lucrativos negócios no Brasil", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Ah, a propósito: a palestra de Lula em Angola teve nota fiscal e foi declarada ao Imposto de Renda. A de Hillary para só se tornou conhecida agora através dos vazamentos do Wikileaks"
"Enquanto Lula promovia nosso país e nossas empresas no exterior – elas, certamente á procura de bons negócios – o Itaú promovia os interesses defendidos por Hillary para os investidores: bons e lucrativos negócios no Brasil", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Ah, a propósito: a palestra de Lula em Angola teve nota fiscal e foi declarada ao Imposto de Renda. A de Hillary para só se tornou conhecida agora através dos vazamentos do Wikileaks" (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

Não sei se a palesta de Hillary  Clinton  paga pelo Banco Itaú, em 2013, vai interessar tanto aos nossos indômitos procuradores quando a que Lula deu em Angola (embora eles digam que não tenha dado, há um teimoso vídeo gravado no evento) paga pela Odebrecht.

Dois dias depois de divulgada pelo Wikileaks – e divulgada pelo site de notícias do Yahoo com informações da AgênciaFrance Presse, ficamos sabendo que o bando pagou US$ US$ 225 mil (R$ 711 mil, pela cotação atual), segundo a Folhapublica agora.

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Enquanto o brasileiro promovia nosso país e nossas empresas no exterior – elas, certamente á procura de bons negócios – o Itaú promovia os interesses defendidos por Hillary para os investidores: bons e lucrativos negócios no Brasil.

A candidata do Partido Democrata disse, no festim, que seu ” sonho é um mercado comum hemisférica, com o comércio aberto e fronteiras abertas”.

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Uma contradição com seu atual discurso protecionista mas, ainda pior, e não é preciso ser nenhum gênio para perceber, a entrega do mercado brasileiro, sem nenhum tipo de salvaguarda, aos interesses de empresas norte-americanas, muito mais fortes e capitalizadas, uma vez que, para elas, capital tem custo quase zero, enquanto os nossos aqui têm de entregar algo mais do que os fundilhos das calças para levantar dinheiro para investir num a escala exportadora.

Aqui, os nossos patos – que se julgam mais espertos que os deles – acham “lindo” estarmos destruindo as poucas empresas brasileiras em condições de competir no exterior. As multinacionais americanas, claro, por provirem de gente que tem origem em colonos protestantes – e não em degredados portugueses, segundo o procurador Deltan Dallagnol, tem critérios morais muito mais elevados.

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Tanto que provocaram guerras tão patrióticas quanto genocidas por energia e mercados, enquanto as nossas, vejam que mimo, apenas patrocinaram apenas golpes contra governos eleitos.

Ah, a propósito: a palestra de Lula em Angola teve nota fiscal e foi declarada ao Imposto de Renda. A de Hillary para só se tornou conhecida agora através dos vazamentos do Wikileaks.

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God bless America.

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