Israel vai libertar palestino que fez dois meses de greve de fome

Mohammed Allan foi preso há um ano e mantido sob custódia das autoridades, em "detenção administrativa", que pode ocorrer sem julgamento, por períodos de seis meses, renováveis indefinidamente; em junho, ele iniciou uma greve de fome de dois meses, que o deixou à beira da morte e contribuiu para o agravamento das tensões na Cisjordânia

Mohammed Allan foi preso há um ano e mantido sob custódia das autoridades, em "detenção administrativa", que pode ocorrer sem julgamento, por períodos de seis meses, renováveis indefinidamente; em junho, ele iniciou uma greve de fome de dois meses, que o deixou à beira da morte e contribuiu para o agravamento das tensões na Cisjordânia
Mohammed Allan foi preso há um ano e mantido sob custódia das autoridades, em "detenção administrativa", que pode ocorrer sem julgamento, por períodos de seis meses, renováveis indefinidamente; em junho, ele iniciou uma greve de fome de dois meses, que o deixou à beira da morte e contribuiu para o agravamento das tensões na Cisjordânia (Foto: Gisele Federicce)


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Da Agência Lusa

Israel vai libertar nesta quarta-feira 4 um palestino que sobreviveu a dois meses de greve de fome, depois de ficar detido durante um ano sem julgamento, informaram os serviços prisionais.

Mohammed Allan foi preso em novembro de 2014 e mantido sob custódia das autoridades, em "detenção administrativa", que pode ocorrer sem julgamento, por períodos de seis meses, renováveis indefinidamente.

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Em junho, Allan iniciou uma greve de fome de dois meses, que o deixou à beira da morte e contribuiu para o agravamento das tensões na Cisjordânia.

O Supremo Tribunal de Israel suspendeu a detenção em 19 de agosto passado, data em que o detido recebeu assistência médica devido à greve de fome, que o deixou em coma duas vezes.

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A detenção foi renovada em setembro, após seu estado de saúde melhorar e receber alta do hospital.

Allan retomou, então, a greve de fome, mas cancelou a medida dois dias depois.

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No final do mês, o Exército israelense anunciou que a detenção não seria renovada e que Allan seria libertado em 4 de novembro.

A porta-voz dos serviços prisionais confirmou que a libertação vai ocorrer hoje.

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O grupo extremista Jihad Islâmica já anunciou que o advogado, de 31 anos, é seu membro.

A agência de segurança israelense, Shin Bet, indicou que, antes da sua detenção, Allan "estava em contato com terroristas do Jihad Islâmica", com o objetivo de promover ataques de ampla dimensão.

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