Israel suspende leilão de máquina usada para tatuar prisioneiros em Auschwitz

Um tribunal de Tel Aviv suspendeu, na quarta-feira, o leilão marcado para a próxima terça, a pedido do Centro de Organizações de Sobreviventes da Shoah em Israel

Auschwitz
Auschwitz (Foto: REUTERS/Kacper Pempel)


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A memória da tragédia foi reavivada em Israel com o anúncio feito por uma casa de leilões de Jerusalém de pôr à venda um dispositivo usado para tatuar prisioneiros no campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, com um número no antebraço, um dos símbolos mais conhecidos do Holocausto. Um tribunal de Tel Aviv suspendeu, na quarta-feira, o leilão marcado para a próxima terça, a pedido do Centro de Organizações de Sobreviventes da Shoah em Israel. A reportagem é do jornal O Globo.

Os juízes marcaram uma audiência para o dia 16 para decidir se a venda em leilão de artefatos do extermínio de mais de um milhão de judeus do campo de concentração mais notório da Polônia sob ocupação nazista não é apenas "moralmente inaceitável" — como afirma o Museu do Holocausto em Jerusalém — mas também ilegal.

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Auschwitz foi o único campo de concentração nazista onde foram tatuados os mais de 6 milhões de judeus e centenas de milhares de ciganos e outras minorias assassinados pelo Terceiro Reich durante a Segunda Guerra Mundial. Existem apenas outras duas cópias da máquina de tatuagem que seria levada a leilão em Jerusalém: uma no Museu Médico Militar de São Petersburgo, na Rússia, e outra no memorial criado no mesmo local onde ficava o campo de extermínio na Polônia.

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