Israel ressalta que tem soberania sobre o Golan

Um aliado de extrema direita do primeiro ministro Benjamin Netanyahu pediu às potências mundiais que reconheçam a anexação de 1981 das Colinas de Golan, argumentando que a Síria não é mais um país que poderia reivindicar o estratégico planalto; "Eu peço à comunidade internacional: fique conosco, reconheça a soberania de Israel sobre as Colinas de Golan agora", disse Bennet, na Conferência Herzliya, um fórum anual de política em Israel; "As fronteiras estão mudando diariamente. A Síria, como um Estado, não existe mais. Esse é o momento de termos iniciativa"    

Um aliado de extrema direita do primeiro ministro Benjamin Netanyahu pediu às potências mundiais que reconheçam a anexação de 1981 das Colinas de Golan, argumentando que a Síria não é mais um país que poderia reivindicar o estratégico planalto; "Eu peço à comunidade internacional: fique conosco, reconheça a soberania de Israel sobre as Colinas de Golan agora", disse Bennet, na Conferência Herzliya, um fórum anual de política em Israel; "As fronteiras estão mudando diariamente. A Síria, como um Estado, não existe mais. Esse é o momento de termos iniciativa"
 
 
Um aliado de extrema direita do primeiro ministro Benjamin Netanyahu pediu às potências mundiais que reconheçam a anexação de 1981 das Colinas de Golan, argumentando que a Síria não é mais um país que poderia reivindicar o estratégico planalto; "Eu peço à comunidade internacional: fique conosco, reconheça a soberania de Israel sobre as Colinas de Golan agora", disse Bennet, na Conferência Herzliya, um fórum anual de política em Israel; "As fronteiras estão mudando diariamente. A Síria, como um Estado, não existe mais. Esse é o momento de termos iniciativa"     (Foto: Leonardo Lucena)


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JERUSALEM (Reuters) - Um aliado de extrema direita do primeiro ministro Benjamin Netanyahu pediu às potências mundiais, neste domingo, que reconheçam a anexação de 1981 das Colinas de Golan, argumentando que a Síria não é mais um país que poderia reivindicar o estratégico planalto.

Os comentários do ministro do gabinete de segurança Naftali Bennet parecem direcionados a capitalizar em cima do debate global sobre como lidar com a fragmentação da Síria durante as revoltas que já duram quatro anos, assim como atacar a tentativa palestina de se tornar um estado com o exemplo de outra área que Israel ocupou durante a guerra no Oriente Médio, em 1967.

"Eu peço à comunidade internacional: fique conosco, reconheça a soberania de Israel sobre as Colinas de Golan agora", disse Bennet, em um discurso à Conferência Herzliya, um fórum anual de política em Israel. "As fronteiras estão mudando diariamente. A Síria, como um Estado, não existe mais. Esse é o momento de termos iniciativa".

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Os últimos esforços de paz entre Israel e Síria, apoiados pelos Estados Unidos, baseavam-se em um retorno de Golan. Com o presidente Bashar al-Assad perdendo faixas da Síria para jihadistas como o Estado Islâmico, Bennett disse que a posição de Israel, em oposição a ceder qualquer território, foi justificada.

"Está claro que, se tivéssemos ouvido o mundo e cedido Golan, o Estado Islâmico estaria na Galiléia", disse Bennet, referindo-se ao lago do norte do país que é chave no fornecimento de água de Israel. "Chega de hipocrisia".

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Israel tem ficado publicamente em cima do muro sobre a Síria. Vê a queda de Assad como irreversível. Mas se preocupa com o fortalecimento das guerrilhas do Irã e do Hezbollah no vizinho Líbano e com a perspectiva de caos se Damasco cair.

O escritório de Netanyahu não comentou o discurso de Bennett.

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(Por Dan Williams)

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