Israel recua e desiste de indicar Dayan no Brasil

Após polêmica, que gerou um manifesto de embaixadores aposentador do Brasil, funcionários da chancelaria israelense disseram à mídia local que Dani Dayan será designado embaixador em outro país; Itamaraty vinha rejeitando a nomeação porque Dayan foi presidente do Conselho Yesha (entre 2007 e 2013), um órgão de colonos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, que foram ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967

Após polêmica, que gerou um manifesto de embaixadores aposentador do Brasil, funcionários da chancelaria israelense disseram à mídia local que Dani Dayan será designado embaixador em outro país; Itamaraty vinha rejeitando a nomeação porque Dayan foi presidente do Conselho Yesha (entre 2007 e 2013), um órgão de colonos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, que foram ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967
Após polêmica, que gerou um manifesto de embaixadores aposentador do Brasil, funcionários da chancelaria israelense disseram à mídia local que Dani Dayan será designado embaixador em outro país; Itamaraty vinha rejeitando a nomeação porque Dayan foi presidente do Conselho Yesha (entre 2007 e 2013), um órgão de colonos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, que foram ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967 (Foto: Roberta Namour)


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247 - Funcionários da chancelaria israelense disseram à mídia local que o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu desistiu da nomeação de Dany Dayan como embaixador em Brasília. Ele será designado embaixador em outro país.

A indicação de Dayan causou polêmica no Brasil por ter sido presidente do Conselho Yesha (entre 2007 e 2013), um órgão de colonos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, que foram ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Na última sexta-feira, um grupo de embaixadores aposentados do Itamaraty lançou um manifesto criticando a decisão de Netanyahu de indicar um embaixador no Brasil sem submetê-lo, antes, ao governo brasileiro.

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Lembrando a memória do embaixador Luís Martins de Sousa Dantas, “que salvou centenas de judeus do Holocausto”, eles dizem que a indicação é uma afronta: “Essa quebra da praxe diplomática parece proposital, numa tentativa de criar fato consumado, uma vez que o indicado, Dani Dayan, ocupou entre 2007 e 2013 a presidência do Conselho Yesha, responsável pelos assentamentos na Cisjordânia considerados ilegais pela comunidade internacional, e já se declarou contrário à criação do Estado Palestino, que conta com o apoio do governo brasileiro e que já foi reconhecido por mais de 70% dos países membros das Nações Unidas”, disseram.

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