Irã reitera que acordo nuclear depende dos EUA
Para a República Islâmica a premissa para a retomada do acordo é o levantamento das sanções pelos EUA
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247 - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, reiterou neste domingo (7) que o Plano Integral de Ação Conjunta ou acordo nuclear depende do levantamento pelos Estados Unidos das sanções contra a República Islâmica.
Em encontro com o chanceler irlandês, Simon Coveney, em visita à nação persa, Rouhani disse que a reativação do acordo inclui também o cumprimento de obrigações por parte dos signatários europeus, informa a Prensa Latina.
A melhor forma de resolver as divergências com Alemanha, França e Reino Unido, signatários do acordo, consiste em um diálogo baseado no respeito, sem ameaças ou pressões, disse o presidente iraniano.
O presidente iraniano criticou a indiferença da tríade europeia aos seus compromissos com oacordo nuclear, embora não tenha havido qualquer reação por parte dela à retirada do pacto por Washington e à reimposição de medidas coercitivas contra Teerã.
O Irã, destacou, é o único que cumpriu as disposições do acordo multilateral e o único que pagou por isso, destacou.
Mas essa situação não pode continuar, acrescentou, dizendo que os signatários do acordo devem aderir à Resolução 2231 da ONU que protege o pacto selado em 2015 por Teerã e o grupo 5 + 1 (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China mais Alemanha).
Como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU pelos próximos 2 anos, a Irlanda atuará como facilitadora do acordo nuclear e da resolução da ONU, garantiu o chanceler do país europeu.
'A retirada de Trump do acordo nuclear foi um erro histórico', observou ele.
Esse acordo multilateral, acrescentou, é muito valioso para a paz e 'faremos todo o possível para salvá-lo'.
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