Irã pede que China participe de luta contra o EI

"A China pode ajudar significativamente na paz e estabilidade regional ao se tornar mais ativa na luta contra o Estado Islâmico", disse o secretário do Conselho de Guardiões do Irã, Mohsen Rezaei; segundo ele, com uma participação mais ativa da China no combate ao EI "o Irã pode combater o extremismo islâmico no centro da Ásia por meio de atividades culturais e interação com a comunidade muçulmana chinesa"

"A China pode ajudar significativamente na paz e estabilidade regional ao se tornar mais ativa na luta contra o Estado Islâmico", disse o secretário do Conselho de Guardiões do Irã, Mohsen Rezaei; segundo ele, com uma participação mais ativa da China no combate ao EI "o Irã pode combater o extremismo islâmico no centro da Ásia por meio de atividades culturais e interação com a comunidade muçulmana chinesa"
"A China pode ajudar significativamente na paz e estabilidade regional ao se tornar mais ativa na luta contra o Estado Islâmico", disse o secretário do Conselho de Guardiões do Irã, Mohsen Rezaei; segundo ele, com uma participação mais ativa da China no combate ao EI "o Irã pode combater o extremismo islâmico no centro da Ásia por meio de atividades culturais e interação com a comunidade muçulmana chinesa" (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A China deveria desempenhar um papel mais importante no combate ao Estado Islâmico, disse nesta quinta-feira um importante membro de uma entidade que aconselha o líder supremo do Irã, segundo relato da agência de notícias Fars.

A China depende do Oriente Médio para ter petróleo, mas tende a deixar a diplomacia para outros membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas): EUA, Grã-Bretanha, França e Rússia.

"A China pode ajudar significativamente na paz e estabilidade regional ao se tornar mais ativa na luta contra o Estado Islâmico", disse Mohsen Rezaei, que tem o título de secretário do Conselho de Guardiões, depois de encontro com membros de uma delegação chinesa em Teerã.

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Rezaei afirmou que, se a China participar mais da luta contra o Estado Islâmico, "o Irã pode combater o extremismo islâmico no centro da Ásia por meio de atividades culturais e interação com a comunidade muçulmana chinesa".

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