Intelectuais e ativistas de todo o mundo apoiam reeleição de Maduro

O Prêmio Nobel da Paz Adolfo Perez Esquivel, o cientista político Atílio Boron, a presidenta do Conselho Mundial da Paz Socorro Gomes, a prisioneira política argentina Milagro Salas, entre outros, expressam solidariedade à Revolução Bolivariana às vésperas de mais uma eleição presidencial 

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante evento no Palácio de Miraflores, em Caracas 22/11/2017 Palácio de Miraflores/Divulgação via REUTERS
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante evento no Palácio de Miraflores, em Caracas 22/11/2017 Palácio de Miraflores/Divulgação via REUTERS (Foto: Reinaldo)


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247 - Intelectuais, ativistas e líderes políticos de todo o mundo expressam o seu apoio ao candidato da Frente Ampla da Pátria, Nicolás Maduro, para as eleições presidenciais de 20 de maio.

A candidatura de Maduro representa a vontade de luta do povo venezuelano e dos povos da América Latina e Caribe, contra a interferência dos EUA no continente, expressaram os intelectuais em um comunicado de imprensa, divulgado pelo vice-presidente de Assuntos Internacionais do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

Entre os apoiadores da candidatura de Maduro, encontram-se o cientista político, professor e escritor argentino Atilio Boron; o prêmio Nobel argentino Adolfo Perez Esquivel; a líder latino-americana Milagro Sala; o grupo indígena Tupac Amaru; a ex-senadora colombiana Piedad Córdoba e Alicia Muñoz, ex-senadora e ex-ministra do Governo do Estado Plurinacional da Bolívia. A brasileira Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial da Paz, chegou nesta sexta-feira a Caracas, onde vai acompanhar a jornada eleitoral lado a lado com os venezuelanos e dezenas de delegações internacionais de todo o mundo.

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O jornalista e líder do Partido Comunista da Argentina (PCA), Jorge Kreyness; o líder do Partido de Convergência da Guatemala, Jorge Ismael Soto, também expressaram seu apoio ao líder socialista.

O respaldo está no âmbito da campanha "Todos com Maduro".

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Para o escritor argentino Atilio Boron, é essencial garantir a vitória de Nicolás Maduro nas eleições de 20 de maio, Boron sublinhou que "é muito importante que esta vitória aconteça em meio à participação eleitoral inquestionável."

Boron acrescentou que o "fato de que existem candidatos alternativos é muito importante para deslegitimar a estratégia sediciosa que a direita regional, impulsionada pelos EUA, leva à frente em uma apoteose de infâmia ao lado da direita venezuelana, que tem como objetivo apenas derrubar Maduro através violência ".

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Esquivel também celebrou o fato de que a oposição está participando neste processo eleitoral, e observou que "apenas a direita terrorista se autoexcluiu", ressaltando que este processo eleitoral "será o triunfo final da paz, apesar das políticas agressivas dos Estados Unidos, que a Venezuela vem enfrentando, com um dos mais dramáticos bloqueios econômicos da história".

"Aqueles, como nós, que apostamos no diálogo, acreditam que a continuidade do governo Nicolás Maduro é a garantia de uma solução pacífica para a situação da Venezuela", acrescentou.

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Piedad Córdoba, ex-senadora e ex-candidata presidencial, declarou que as eleições de 20 de maio, na Venezuela, são fundamentais para garantir a paz em todo o continente.

"O presidente Hugo Chávez, assim como Nicolás Maduro, deram apoio fundamental para a resolução pacífica do conflito armado na Colômbia. Portanto, devemos ser gratos e solidários a este povo irmão que hoje sofre um dramático bloqueio econômico e político", ressaltou Córdoba.

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Jorge Kreyness, jornalista e dirigente do Partido Comunista da Argentina (PCA), por sua vez, declarou que em meio às "terríveis campanhas e ameaças intervencionistas de Washington e da burguesia local, que ainda resiste, alguns com violência, às mudanças revolucionárias, o exemplo democrático que a Venezuela dá ao mundo, é impressionante.

"Kreynes observou que, enquanto na Argentina Mauricio Macri "quebra as finanças do país, rende a soberania e reprime a oposição", Maduro, aprofunda medidas soberanas em todos os campos, tentando dar uma saída aos problemas em favor das maiorias populares.

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O ex-comandante guerrilheiro guatemalteco Pablo Monsanto (Jorge Ismael Soto), líder do Partido Convergência de seu país, reivindicou a coragem ao povo venezuelano, para que não se deixe atemorizar pelo imperialismo.

Apoiamos a realização dessas eleições e reconhecemos a candidatura do companheiro Nicolás Maduro, garantindo a continuidade da Revolução Bolivariana e do processo democrático em curso, com o desenvolvimento econômico e humano", disse ele.

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A líder da latino-americana, Milagro Sala, do grupo indígena Tupac Amaru, prisioneiro política do governo Mauricio Macri, também expressou seu apoio a Maduro. Através de seu assistente, enviou uma mensagem, onde ressaltou que as eleições venezuelanas são fundamentais para toda a Pátria Grande. "Vivemos tempos difíceis, em que a direita avança brutalmente sobre nossos povos."

Sala ressaltou que os EUA estão punindo severamente o povo bolivariano com uma guerra econômica sem precedentes", com a ajuda da pior direita deste país, que não suporta que os mais vulneráveis ​​tenham levantado a cabeça e conquistado os seus direitos, em princípio, a partir do governo de Hugo Chávez, e depois com o nosso querido Nicolás Maduro".

A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, destacou que "é necessário apoiar a Revolução Bolivariana, que trouxe a redenção do povo venezuelano, e defender o país do intervecionismo estadunidense".

O secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), José Reinaldo Carvalho, reiterou a incondicional solidariedade dos comunistas brasileiros à Revolução Bolivariana, ao governo do presidente Nicolás Maduro e às forças políticas revolucionárias que o rerspaldal, destacadamente o Partido Socialista Unido da Venezuela e o Partido Comunista da Venezuela. Para o dirigente comunista brasileiro, "a reeleição do presidente Nicolás Maduro no próximo domingo é a condição indispensável para a América Latina seguir na trincheira da luta anti-imperialista". José Reinaldo condenou o governo golpista brasileiro de Michel Temer que através do Itamaraty, sob gestão do tucano Aloysio Nunes, faz provocações e ataques ao governo venezuelano, enxovalhando as melhores tradições da Casa de Rio Branco".

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