Indonésia prende 3; buscas por jihadistas continuam
A polícia da Indonésia prendeu três suspeitos de serem militantes e busca outros pelo país nesta sexta-feira, um dia após um ataque ter sido deflagrado por homens-bomba e atiradores do Estado Islâmico no coração da capital do país, em que sete pessoas foram mortas, cinco delas agressores
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Por Randy Fabi e Fergus Jensen
JACARTA (Reuters) - A polícia da Indonésia prendeu três suspeitos de serem militantes e busca outros pelo país nesta sexta-feira, um dia após um ataque ter sido deflagrado por homens-bomba e atiradores do Estado Islâmico no coração da capital do país.
Sete pessoas foram mortas no ataque de quinta-feira perto a um distrito comercial, apesar de múltiplas explosões e troca de tiros. Cinco dos mortos eram agressores.
Foi a primeira vez que o grupo radical atacou o país, que possui a maior população muçulmana no mundo. O ataque sugere um novo tipo de militância no país, mais acostumado com pequenas ações contra a polícia.
Chefes de polícia foram colocados em alerta, algumas embaixadas em Jacarta foram fechadas durante o dia, e a segurança foi reforçada em Bali, local que atrai turistas da Austrália e outros países asiáticos.
O ministro-chefe da Segurança indonésio, Luhut Pandjaitan, confirmou reportagens de que três suspeitos de organizarem um ataque foram presos em uma casa na cidade de Depok, ao sul de Jacarta.
A polícia de Depok, segundo a Metro TV, informou que os homens, descritos como um fabricante de bombas, um especialista em armas de fogo e um pregador, não têm ligação com o ataque em Jacarta.
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