Incêndio florestal em Portugal deixa ao menos 62 mortos

"A dimensão deste fogo foi tal que não temos memória de tal tragédia humana", disse o primeiro-ministro Antonio Costa quando chegou a Pedrogão Grande, uma área montanhosa cerca de 200 km a nordeste de Lisboa; ele disse ser vital se concentrar na prevenção de novos incêndios, em meio a uma contínua onda de calor, ventos fortes e falta de chuva, e também advertiu que o número de vítimas pode aumentar

"A dimensão deste fogo foi tal que não temos memória de tal tragédia humana", disse o primeiro-ministro Antonio Costa quando chegou a Pedrogão Grande, uma área montanhosa cerca de 200 km a nordeste de Lisboa; ele disse ser vital se concentrar na prevenção de novos incêndios, em meio a uma contínua onda de calor, ventos fortes e falta de chuva, e também advertiu que o número de vítimas pode aumentar
"A dimensão deste fogo foi tal que não temos memória de tal tragédia humana", disse o primeiro-ministro Antonio Costa quando chegou a Pedrogão Grande, uma área montanhosa cerca de 200 km a nordeste de Lisboa; ele disse ser vital se concentrar na prevenção de novos incêndios, em meio a uma contínua onda de calor, ventos fortes e falta de chuva, e também advertiu que o número de vítimas pode aumentar (Foto: Gisele Federicce)


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Por Andrei Khalip

LISBOA (Reuters) - Um enorme incêndio florestal iniciado no sábado, na região central de Portugal, matou pelo menos 62 pessoas, o governo informou no domingo, no que é possivelmente o incêndio em floresta com mais vítimas no país.

"A dimensão deste fogo foi tal que não temos memória de tal tragédia humana", disse o primeiro-ministro Antonio Costa quando chegou a Pedrogão Grande, uma área montanhosa cerca de 200 km a nordeste de Lisboa.

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Ele disse que era vital se concentrar na prevenção de novos incêndios, em meio a uma contínua onda de calor, ventos fortes e falta de chuva. Ele também advertiu que o número de mortes ainda poderia aumentar.

O governo português declarou três dias de luto e enviou dois batalhões do exército para ajudar os serviços de emergência. A União Européia disse que enviará aeronaves de combate a incêndios.

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A França ofereceu três aviões e a Espanha enviou dois, disseram autoridades.

No Vaticano, o papa Francisco, que visitou Portugal no mês passado, mencionou as vítimas em seu discurso semanal: "Estou perto do povo querido de Portugal, atingido por um fogo devastador que está furioso nas florestas em torno de Pedrogão Grande, causando muitos Vítimas e ferimentos. Rezemos em silêncio."

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