Imprensa dos EUA revela problemas de Biden com aliados europeus por causa da Ucrânia

Washington terá que fornecer aos seus aliados na União Europeia subsídios para comprar equipamentos militares de empresas de defesa dos EUA, segundo artigo no site Politico

Presidente dos EUA, Joe Biden, concede entrevista coletiva após cúpula da Otan em Madri
30/06/2022
REUTERS/Jonathan Ernst
Presidente dos EUA, Joe Biden, concede entrevista coletiva após cúpula da Otan em Madri 30/06/2022 REUTERS/Jonathan Ernst (Foto: JONATHAN ERNST)


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Sputnik Brasil - Os membros da Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN) do Leste Europeu esgotaram seus suprimentos militares enquanto ajudavam Kiev, que se tornou uma dor de cabeça para os Estados Unidos, escreve mídia norte-americana.

De acordo com o autor do artigo, publicado pelo portal Politico, Washington terá que fornecer aos seus aliados na União Europeia subsídios para comprar equipamentos militares de empresas de defesa dos EUA.

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"Washington está passando de entregas únicas de armas para a Ucrânia para equipamentos de longo prazo para países do flanco leste da OTAN", afirma a publicação.

A política de subsídios, na avaliação da imprensa dos EUA, "deve aliviar alguns temores, especialmente nos países bálticos, de que eles se tornaram mais vulneráveis ​​após a transferência de tantas armas".

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Ao mesmo tempo, como observa o jornal, os países da Europa Oriental continuarão a se livrar dos estoques de equipamentos soviéticos, enviando-os para a Ucrânia.

Ao armar a Ucrânia, Joe Biden, presidente dos EUA, prepara novas entregas de armas para a Europa Oriental em um novo pacote de financiamento militar de US$ 2,2 bilhões (R$ 10,4 bilhões), que será dividido entre a Ucrânia e outros 18 países vizinhos.

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A ajuda imediata para os militares ucranianos vem na forma de uma nova transferência de US$ 675 milhões (R$ 3,5 bilhões) em estoques dos EUA, incluindo mais munição, veículos blindados e armas antiblindagem.

A medida marca uma grande mudança na política mais de seis meses após o início da guerra na Ucrânia. A Polônia já está pedindo aos EUA baterias de defesa antimísseis Patriot, e a Finlândia, também está procurando aumentar suas capacidades de defesa.

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