Impasse cresce na Bolívia e cogita-se eleições urgentes

Em meio ao impasse e à explosão de violência, o recém nomeado ministro da presidência da Bolívia, Jerjes Justiniano, disse ter aconselhado a presidente autoproclamada, Jeanine Añez, a convocar eleições imediatas por decreto

(Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)


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247 - Em meio ao impasse e à explosão de violência,  o recém nomeado ministro da presidência da Bolívia, Jerjes Justiniano, disse ter aconselhado a presidente autoproclamada, Jeanine Añez, a convocar eleições imediatas por decreto. 

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "assim como Justiniano, Jorge Quiroga, que governou a Bolívia entre 2001 e 2002, defendeu a alternativa do decreto para que o país chegue a novo pleito (...) ele argumentou a favor da opção ao lembrar que, em 2005, o presidente interino à época, Eduardo Rodríguez-Veltzé, usou o dispositivo para convocar eleições —ou seja, há jurisprudência para justificar a medida."

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A matéria ainda acrescenta que "Carlos Mesa, que disputou o último pleito contra Evo, defende que Añez insista na participação do MAS (Movimento para o Socialismo), partido do agora ex-presidente, na convocatória para novo processo eleitoral. Para ele, que chefiou a Bolívia de 2003 a 2005 e também renunciou em meio a cenário de caos social, a inclusão da legenda opositora ajudaria a pacificar o país, cuja crise já deixou 23 mortos, segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos."

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