Homem é morto pela polícia após esfaquear seis pessoas em ato terrorista, diz premiê da Nova Zelândia

"O que aconteceu hoje foi desprezível, odioso, errado", disse a primeira-ministra Jacinda Ardern



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Ansa - Um simpatizante do Estado Islâmico esfaqueou seis pessoas e foi morto a tiros pela polícia em um supermercado de Auckland, cidade mais populosa da , nesta sexta-feira (3).

O agressor era um homem de 32 anos do Sri Lanka que já estava sob vigilância contínua das forças de segurança, tanto que foi contido por agentes à paisana, e vivia no arquipélago desde 2011.

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Dos seis feridos, três estão em estado grave. "O que aconteceu hoje foi desprezível, odioso, errado", disse a primeira-ministra Jacinda Ardern, acrescentando que o ataque foi cometido por um "indivíduo, não por uma religião, uma cultura ou uma etnia".

"Ele carrega sozinho a responsabilidade por esses atos", afirmou. Ardern ainda confirmou que o homem agiu inspirado pelo grupo terrorista Estado Islâmico.

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Segundo a imprensa neozelandesa, o agressor chegou a ser acusado de tramar um atentado com faca no passado, mas um juiz engavetou o caso afirmando que o mero planejamento não podia ser considerado um crime pelas leis existentes.

Ainda assim, ele acabou condenado a 12 meses de vigilância por posse de propaganda pró-EI. O ataque desta sexta-feira reavivou as memórias do pior atentado terrorista da Nova Zelândia, ocorrido em 15 de março de 2019, quando o supremacista branco Brenton Tarrant assassinou 51 muçulmanos a tiros em duas mesquitas de Christchurch.

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Tarrant, que havia transmitido o ataque ao vivo nas redes sociais, foi condenado à prisão perpétua.

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