Homem com rifle é preso por ameaçar Bush

Benjamin Smith, 44 anos, de Pittsford, no estado de Nova York, foi preso em Manhattan pelo serviço secreto dos EUA, segundo uma queixa criminal, depois de professar um interesse romântico pela filha mais velha do ex-presidente dos Estados Unidos

Benjamin Smith, 44 anos, de Pittsford, no estado de Nova York, foi preso em Manhattan pelo serviço secreto dos EUA, segundo uma queixa criminal, depois de professar um interesse romântico pela filha mais velha do ex-presidente dos Estados Unidos
Benjamin Smith, 44 anos, de Pittsford, no estado de Nova York, foi preso em Manhattan pelo serviço secreto dos EUA, segundo uma queixa criminal, depois de professar um interesse romântico pela filha mais velha do ex-presidente dos Estados Unidos (Foto: Roberta Namour)


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NOVA YORK (Reuters) - Um homem de Nova York sentado em um carro e que portava um rifle carregado, um facão e um recipiente contendo gasolina foi acusado na sexta-feira de ameaçar matar George W. Bush, depois de professar um interesse romântico pela filha mais velha do ex-presidente dos Estados Unidos, afirmaram promotores.

Benjamin Smith, 44 anos, de Pittsford, no estado de Nova York, foi preso em Manhattan pelo serviço secreto dos EUA, segundo uma queixa criminal.

"Bush vai ter a sua", gritou Smith ao ser levado em custódia, de acordo com a denúncia. Mais tarde, quando perguntado sobre seu estado civil, ele disse aos agentes que era divorciado e "trabalhava em um relacionamento com Barbara Bush".

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Em uma audiência preliminar, a advogada assistente Andrea Griswold disse ao juiz Henry Pitman que o governo acredita que Smith estava se referindo à filha do ex-presidente e não à mãe de Bush, que tem o mesmo nome.

De acordo com a lei federal, é crime ameaçar um atual ou ex-presidente.

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Na quinta-feira, a mãe do homem ligou para a polícia para informar que tinha encontrado uma nota ameaçadora na casa que divide com seu filho e que um rifle estava desaparecido, disse a queixa.

"Estou indo trabalhar para George W. Bush e para o Pentágono", dizia o bilhete, segundo o governo. "Eu tenho que matar um dragão, e aí Barbara Bush será minha."

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A advogada de defesa de Smith, Peggy Cross-Goldenberg, disse que o bilhete e as declarações de Smith não constituem uma "verdadeira ameaça".

O juiz disse que "não estava claro" se o júri consideraria Smith culpado.

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(Reportagem de Joseph Ax)

 

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