Homem-bomba deixa ao menos 8 mortos no Afeganistão após clérigos proibirem atentados suicidas

Um homem-bomba em uma moto matou ao menos oito pessoas perto de um encontro de clérigos muçulmanos em Cabul depois que os religiosos emitiram uma fátua contra atentados suicidas; nenhum grupo reivindicou responsabilidade pelo ataque; o Taliban, que luta para restaurar a rígida lei islâmica após sua destituição por tropas lideradas pelos Estados Unidos em 2001, negou envolvimento

Um homem-bomba em uma moto matou ao menos oito pessoas perto de um encontro de clérigos muçulmanos em Cabul depois que os religiosos emitiram uma fátua contra atentados suicidas; nenhum grupo reivindicou responsabilidade pelo ataque; o Taliban, que luta para restaurar a rígida lei islâmica após sua destituição por tropas lideradas pelos Estados Unidos em 2001, negou envolvimento
Um homem-bomba em uma moto matou ao menos oito pessoas perto de um encontro de clérigos muçulmanos em Cabul depois que os religiosos emitiram uma fátua contra atentados suicidas; nenhum grupo reivindicou responsabilidade pelo ataque; o Taliban, que luta para restaurar a rígida lei islâmica após sua destituição por tropas lideradas pelos Estados Unidos em 2001, negou envolvimento (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Um homem-bomba em uma moto matou ao menos oito pessoas perto de um encontro de clérigos muçulmanos em Cabul depois que os religiosos emitiram uma fátua contra atentados suicidas, disseram autoridades do Afeganistão, no mais recente em uma série de ataques a atingir a capital afegã.

A bomba foi detonada na entrada de uma grande tenda, perto de prédios residenciais no oeste de Cabul, depois que a maior parte dos clérigos havia saído, segundo testemunhas. Moradores da área choravam enquanto se reuniam com suas famílias.

"Pessoas ficaram feridas, pessoas estavam gritando", disse uma testemunha à Reuters.

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Nenhum grupo reivindicou responsabilidade pelo ataque. O Taliban, que luta para restaurar a rígida lei islâmica após sua destituição por tropas lideradas pelos Estados Unidos em 2001, negou envolvimento.

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