Histeria anti-Rússia não permite que EUA sejam objetivos sobre a situação na Ucrânia, diz embaixada em Washington

A embaixada russa pediu ao Departamento de Estado dos EUA que pare de alimentar a "raiva militarista" dos jornalistas

(Foto: Sputnik)


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WASHINGTON, 17 de fevereiro, TASS - A histeria anti-Rússia em curso nos Estados Unidos não permite que as autoridades do país analisem objetivamente a situação em torno da Ucrânia, disse a embaixada russa nos Estados Unidos nesta quarta-feira (16).

"Nós prestamos atenção às declarações feitas pelo porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ned Price, expressas em 16 de fevereiro em entrevista à CNN. O funcionário mais uma vez tentou acusar a Rússia de espalhar desinformação sobre a situação na Ucrânia", escreveu em seu Facebook. "É óbvio que a roleta da histeria anti-russa girada nos Estados Unidos não permite que os colegas americanos vejam as coisas com objetividade. A auto-hipnose sobre a inevitabilidade do ataque russo persiste."

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“Chegou ao ponto em que na véspera da entrevista com Ned Price, a CNN, durante uma transmissão ao vivo de Kiev, literalmente, lançou uma contagem regressiva para a falsa invasão, marcada pelo canal de TV para a manhã de 16 de fevereiro”, observou a embaixada.

A embaixada pediu ao Departamento de Estado dos EUA que pare de alimentar a "raiva militarista" dos jornalistas e se concentre em questões realmente importantes da solução diplomática do conflito intra-ucraniano".

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Price disse anteriormente que, em vez de diminuir, a Rússia continua a enviar mais tropas para a fronteira com a Ucrânia.

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, disse na terça-feira que as unidades dos distritos militares do sul e oeste da Rússia que cumpriram suas tarefas começaram a carregar seus equipamentos em plataformas ferroviárias e veículos motorizados e começariam a se dirigir para suas guarnições militares em 15 de fevereiro. O Ministério da Defesa da Rússia enviou imagens de vídeo de equipamentos militares sendo carregados em plataformas ferroviárias.

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O Ocidente e Kiev recentemente ecoaram alegações sobre a potencial invasão russa da Ucrânia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, classificou essas alegações como "vazias e infundadas", servindo como uma manobra para aumentar as tensões, apontando que a Rússia não representava nenhuma ameaça a ninguém. No entanto, Peskov não descartou a possibilidade de provocações destinadas a justificar tais alegações e alertou que as tentativas de usar a força militar para resolver a crise no sudeste da Ucrânia teriam sérias consequências.

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