Сhina após as sanções dos EUA: "nossa cooperação econômica com a Rússia não deve estar sujeita a interferências de terceiros"

Pequim insta Washington a "corrigir imediatamente seu erro e retirar as sanções" que impôs a várias empresas chinesas, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores

Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa
Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa (Foto: Xinhua)


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RT - Pequim insiste que as relações econômicas entre a China e a Rússia devem ser livres de "interferência e restrições de terceiros", disse na quarta-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês Zhao Lijian, referindo-se à decisão dos EUA de impor sanções a cinco empresas chinesas sobre o suposto apoio do país asiático ao setor militar e de defesa da Rússia.

"A China e a Rússia mantêm uma cooperação econômica e comercial normal com base no respeito mútuo, igualdade e benefício mútuo, e não devem estar sujeitas à interferência ou restrições de terceiros", disse o porta-voz durante uma coletiva de imprensa, acrescentando que o governo chinês já expressou sua firme oposição e enviou um protesto oficial a Washington.

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Segundo o funcionário, os EUA estão usando a ideia do apoio chinês a Moscou como um motivo para impor sanções às empresas chinesas, que "não tem base no direito internacional e não foi autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU".

"Os EUA não devem infringir os legítimos interesses da China em suas relações com a Rússia", concluiu o porta-voz, observando que Pequim sempre se opôs firmemente a tais ações e tomará todas as medidas necessárias para proteger os legítimos direitos e interesses de suas empresas, e que o governo chinês "insta o lado americano a corrigir imediatamente seu erro, retirar as sanções relevantes" e deixar de impor restrições unilaterais.

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