Hamas e Jihad Islâmica condenam ataques em Paris

Os movimentos radicais islâmicos palestinos Hamas, no poder na Faixa de Gaza, e Jihad Islâmica condenaram neste sábado (14) os atentados em Paris; Bassem Naim, chefe do conselho para as relações internacionais do Hamas, condenou os “atos de agressão e barbárie” e manifestou a expectativa da França poder regressar “ à paz e à estabilidade”; Nafez Azzam, membro da Comissão Política do Jihad Islâmica, condenou um “crime contra inocentes” e uma “mensagem de ódio”, lembrando que “o Islã recusa matanças indiscriminadas”

Os movimentos radicais islâmicos palestinos Hamas, no poder na Faixa de Gaza, e Jihad Islâmica condenaram neste sábado (14) os atentados em Paris; Bassem Naim, chefe do conselho para as relações internacionais do Hamas, condenou os “atos de agressão e barbárie” e manifestou a expectativa da França poder regressar “ à paz e à estabilidade”; Nafez Azzam, membro da Comissão Política do Jihad Islâmica, condenou um “crime contra inocentes” e uma “mensagem de ódio”, lembrando que “o Islã recusa matanças indiscriminadas”
Os movimentos radicais islâmicos palestinos Hamas, no poder na Faixa de Gaza, e Jihad Islâmica condenaram neste sábado (14) os atentados em Paris; Bassem Naim, chefe do conselho para as relações internacionais do Hamas, condenou os “atos de agressão e barbárie” e manifestou a expectativa da França poder regressar “ à paz e à estabilidade”; Nafez Azzam, membro da Comissão Política do Jihad Islâmica, condenou um “crime contra inocentes” e uma “mensagem de ódio”, lembrando que “o Islã recusa matanças indiscriminadas” (Foto: Valter Lima)


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Da Agência Lusa

Os movimentos radicais islâmicos palestinos Hamas, no poder na Faixa de Gaza, e Jihad Islâmica condenaram hoje (14) os atentados de ontem (13) à noite em Paris. Os ataques foram reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

Bassem Naim, chefe do conselho para as relações internacionais do Hamas, condenou os “atos de agressão e barbárie” e manifestou a expectativa da França poder regressar “ à paz e à estabilidade”.

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Nafez Azzam, membro da Comissão Política do Jihad Islâmica, condenou um “crime contra inocentes” e uma “mensagem de ódio”, lembrando que “o Islã recusa matanças indiscriminadas”.

O Hamas e a Jihad Islâmica são considerados organizações terroristas por Israel, União Europeia e Estados Unidos e têm sido frequentemente comparados pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ao Estado Islâmico.

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Os terroristas do Estado Islâmico que atacaram uma sala de concertos, um estádio de futebol e restaurantes do centro da capital francesa fizeram pelo menos 128 mortos e 300 feridos.

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