Há 10 anos saía do Iraque o último soldado dos EUA, deixando um país arrasado

Ocupada por oito anos, a nação árabe governada durante décadas por Saddam Hussein é agora um perigoso caldeirão assolado por uma crise socioeconômica infinita

(Foto: Sputnik / Mikhail Voskresensky)


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Fórum - Quem tem mais de 35 anos deve lembrar da interrupção da programação das redes de TV aqui no Brasil, na noite de 20 de março de 2003, para que imagens de uma chuva de mísseis rasgando os céus de Bagdá fosse transmitida, anunciando o que já havia sido selado semanas antes pelo governo e o Congresso dos EUA: a derrubada de Saddam Hussein e a ocupação do país por uma coalizão militar.

Na esteira dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, que num primeiro momento direcionou as forças militares da maior potência do planeta para o Afeganistão, agora era a vez do Iraque ser dominado, sob uma rocambolesca alegação de que o regime liderado por Saddam Hussein era detentor de armas de destruição em massa, que eventualmente poderiam ser usadas contra alvos e interesses norte-americanos. As armas nunca existiram e posteriormente assumiu-se que o dossiê com as acusações era uma fraude.

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No dia 15 de dezembro de 2011, o último soldado dos EUA tirava os seus coturnos do Iraque, pelo menos oficialmente, já que o país voltou a incursionar na nação árabe anos depois, nos desdobramentos da Guerra da Síria, quando o Estado Islâmico dominou regiões do país localizado onde outrora fora a Mesopotâmia. Após a saída dos norte-americanos do território iraquiano, há exatamente 10 anos, o saldo de mortos é assustador: além dos 4.800 militares enviados para lá pela Casa Branca, mais de 112 mil civis morreram apenas na primeira década após o início da invasão.

Leia a íntegra na Fórum.

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