Guerra econômica dos EUA não derrotou o Irã, diz Rohani

O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou nesta quarta-feira (6) que a "guerra econômica" lançada pelos Estados Unidos não fez o Irã fracassar, graças à "resistência e coragem" do povo iraniano; "Os inimigos queriam que neste ano ocorresse o fracasso do Irã, o que seria a sua própria vitória, mas nossa grande nação em todos os períodos difíceis resistiu diante das pressões dos EUA", disse Rohani em discurso na cidade de Lahiyan

Guerra econômica dos EUA não derrotou o Irã, diz Rohani
Guerra econômica dos EUA não derrotou o Irã, diz Rohani (Foto: REUTERS/Danish Siddiqui)


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247, com EFE - O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou nesta quarta-feira (6) que a "guerra econômica" lançada pelos Estados Unidos não fez o Irã fracassar, graças à "resistência e coragem" do povo iraniano.

"Os inimigos queriam que neste ano ocorresse o fracasso do Irã, o que seria a sua própria vitória, mas nossa grande nação em todos os períodos difíceis resistiu diante das pressões dos EUA", disse Rohani em discurso na cidade de Lahiyan.

O líder ressaltou que o Irã está em uma "situação de guerra econômica e psicológica" e que "toda a nação iraniana sabe que retroceder significa perder todas as conquistas históricas".

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu em maio retirar seu país do acordo nuclear multilateral de 2015 com o Irã e voltar a impor sanções econômicas ao país.

Apesar disso, o Irã seguiu cumprindo seus compromissos derivados do acordo, que limita o programa nuclear de Teerã, como confirmou recentemente a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

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A esse respeito, Rohani afirmou que os norte-americanos queriam que o Irã fosse "o primeiro a "violar o pacto nuclear", mas - acrescentou - "não conseguiram".

Também fracassaram, continuou o presidente, quando tentaram que os outros signatários do pacto (Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) seguissem o exemplo de abandoná-lo e de impor sanções.

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O presidente iraniano insistiu, além disso, que sobre as diferenças existentes com os EUA não se pode negociar.

"Os EUA dizem que voltemos à situação de há 40 anos (antes da Revolução Islâmica) mas nós dizemos que não retrocederemos e que seguiremos com a via do desenvolvimento, da independência, da liberdade e da democracia", asseverou.

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O regime do último Xá do Irã, o falecido Mohamad Reza Pahlavi, mantinha estreitas relações com os EUA, que se romperam com o triunfo da Revolução Islâmica de 1979 e a chegada ao poder do aiatolá Khomeini.

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