Guerra da Síria completa 10 anos com Assad fortalecido e país arruinado

O conflito matou 380.000 pessoas, sendo 115.000 civis e 12.000 crianças. A ONU calcula que 80% dos sírios vivem em pobreza. 60% encaram risco de fome

(Foto: Bassam Klabieh/Reuters)


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247 - Em março de 2011, eclodiram os protestos contra o governo de Bashar al-Assad na Síria. A onda de protestos e mudanças da Primavera Árabe inspirou um movimento pelo fim do regime de Assad, mas as esperanças dos manifestantes e rebeldes foram violentamente reprimidas. 

Nos sete meses de protestos no país, 3.000 pessoas foram mortas, incluindo 187 crianças. O conflito se estendeu em uma guerra civil em pouco tempo.

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Uma década depois, o combate intenso entre as forças de Bashar al-Assad, separatistas espalhados pelo país, grupos terroristas, forças democráticas e as superpotências globais levou o país a ruína. 

O Observatório Sírio de Direitos Humanos, organização que se opõe ao governo de Assad, estima que até ano passado 380.000 pessoas morreram, sendo 115.000 civis. 

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Um levantamento da UNICEF aponta que em 10 anos 12.000 crianças foram mortas. 

A economia do país caiu aos pedaços, com uma das maiores desvalorizações da moeda já registradas, sanções internacionais e o colapso do vizinho Líbano, maior parceiro comercial.

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A ONU calcula que 80% dos sírios vivem em pobreza. 60% encaram risco de fome.

Assad, com assistência russa e iraniana, conseguiu retomar um controle relativamente sólido do poder, apesar de acordos internacionais não garantirem a representação de diferentes grupos.

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Forças curdas mantêm o controle de um quarto do território no nordeste do território, grupos armados controlam em grande parte o noroeste, rebeldes apoiados pelos turcos têm os trechos de fronteira com a Turquia. Assad controla o restante.

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