Guardiões da Revolução Islâmica: nem mesmo matar todos os líderes dos EUA vingaria assassinato do "mártir" Soleimani

O comandante do IRGC sublinhou que o Irã tem de seguir o caminho de Soleimani e vingá-lo através de outros métodos

(Foto: Divulgação)


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247 - Mohammad Pakpour, comandante das forças terrestres do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), declarou que nem mesmo matar todos os líderes dos Estados Unidos seria suficiente para vingar o assassinato de Qassem Soleimani, general iraniano assassinado pelos Estados Unidos em janeiro de 2020. 

"O mártir Soleimani foi uma personagem tão grande que, se todos os líderes americanos fossem mortos, mesmo assim isso não vingaria o sangue do tenente-general Soleimani", disse ele aos repórteres, citado pela agência iraniana Tasnim.

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O comandante do IRGC sublinhou que o Irã tem de seguir o caminho de Soleimani e vingá-lo através de outros métodos, citando ataques de mísseis e armamentos semelhantes contra alvos dos EUA e de Israel como alternativa.

Soleimani foi assassinado em 3 de janeiro de 2020, junto com Abu Mahdi al-Muhandis, vice-comandante das Forças de Mobilização Popular iraquianas, em um ataque de drone norte-americano contra seu carro no Aeroporto Internacional de Bagdá. O ataque foi autorizado pelo então presidente dos EUA, Donald Trump.

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