Grupo de Lima não reconhece novo mandato de Nicolás Maduro
O Grupo Lima não reconhece a legitimidade do novo mandato presidencial de Nicolás Maduro na Venezuela, que começará no dia 10 deste mês, e pediu ao presidente para que não assuma o cargo e que abdique do poder até a realização de novas eleições; Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá e Paraguai e Peru integram o bloco
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Sputnik - O Grupo Lima não reconhece a legitimidade do novo mandato presidencial de Nicolás Maduro na Venezuela, que começará no dia 10 deste mês, e pediu ao presidente para que não assuma o cargo e que abdique do poder até a realização de novas eleições.
"O Grupo Lima não reconhece a legitimidade do novo mandato presidencial de Nicolás Maduro na Venezuela. Nicolás Maduro foi instado a não assumir a presidência e transferir o poder para a Assembléia Nacional até que novas eleições sejam realizadas", disse o ministro das Relações Exteriores do Peru, Néstor Popolizio, aos jornalistas.
O Grupo de Lima foi fundado em 2017, por iniciativa das autoridades peruanas. O grupo busca pressionar a Venezuela para o "restabelecimento da democracia" no país. Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá e Paraguai e Peru integram o bloco.
O novo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, participou nesta sexta-feira da reunião do Grupo de Lima, na capital peruana. Foi a primeira missão internacional do chanceler do governo do presidente Jair Bolsonaro e reflete as promessas de campanha do ex-militar.
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