Greves: depois da Argentina, é a vez do Uruguai
Movimento promete que paralisação será apenas parcial, sem afetar os serviços de emergência de saúde e transporte público; manifestantes cobram do governo de Mujica ações específicas para as áreas de habitação, educação pública e saúde, além de incentivos à reforma tributária
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Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Depois da Argentina, é o Uruguai que passa nesta quinta-feira 22 por um dia de paralisações. O comando do movimento, no entanto, promete que a paralisação será apenas parcial, sem afetar os serviços de emergência de saúde e o transporte público, embora os trabalhadores das áreas devam aderir à greve. Escolas também devem suspender as atividades, assim como bancos e repartições públicas. Há um protesto programado para o meio-dia desta quinta-feira.
Os manifestantes cobram do governo ações específicas para as áreas de habitação, educação pública e saúde, além de incentivos à reforma tributária. O presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, marcou para a próxima quinta-feira 29 uma reunião com os líderes do movimento grevista.
Para os líderes sindicais, o governo deve definir medidas para evitar o aumento do desemprego no país. Segundo eles, o tema deve estar entre as prioridades das autoridades uruguaias. No país, o movimento operário, integrado por várias entidades sindicais, reúne 330 mil integrantes.
Na terça-feira (20), os argentinos saíram às ruas, pela segunda vez em duas semanas, para cobrar do governo o fim da inflação e a composição dos salários, entre outras medidas. A presidenta argentina Cristina Kirchner apelou para que a população colabore com o governo.
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