Greve nacional e manifestações se ampliam no Chile
A greve nacional chilena se incorpora ao conjunto das lutas contra o governo de Sebastián Piñera e conta com a adesão da plataforma da Unidade Social, que reúne mais de 70 organizações sindicais e sociais do país
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Telesur - Milhares de pessoas marcharam na quarta-feira (30) em direção ao Palácio de La Moneda, sede do governo, em Santiago (capital) e em outras cidades do Chile, no âmbito da greve nacional convocada por sindicatos, entidades estudantis e de contra as políticas de Sebastian Piñera.
A greve conta com o apoio da plataforma da Unidade Social, que reúne mais de 70 organizações sindicais e sociais, incluindo a Central Unitária de Trabalhadores (CUT), a Associação Nacional de Empregados Fiscais, o Colégio de Professores, e sindicatos de diferentes setores.
Os manifestantes exigem de Piñera um aumento substancial do salário mínimo para todos os trabalhadores e pensões, reconhecimento da plena liberdade de associação, respeito pelo direito à greve e garantia de serviços básicos, além de tarifas justas de transporte público.
Os grevistas também exigem a criação de uma nova Constituição da República por meio de uma Assembléia Constituinte, para substituir a atual Carta Magna, que é da época da ditadura de Augusto Pinochet.
Após duas semanas de protestos e fortes ações repressivas das forças de segurança, a luta se amplia.
Os manifestantes exigem transformações econômicas, sociais e políticas e reiteram que seguirão realizando ações nas ruas.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247