Grã-Bretanha: Putin age como "tirano" na Ucrânia
"Este homem (Putin) enviou tropas através de uma fronteira internacional e ocupou o território de outro país em pleno século 21 agindo como se fosse um tirano em meados do século 20"; as críticas contra o presidente da Rússia, Valdimir Putin, foram do ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Philip Hammond, sobre a participação da Rússia no conflito com a Ucrania; "Nações civilizadas não se comportam dessa forma", acrescentou; para Hammond, apenas uma solução política pode acabar com o derramamento de sangue
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LONDRES (Reuters) - A Grã-Bretanha acusou o presidente russo, Vladimir Putin, no domingo, de agir como um "tirano" em relação à Ucrânia, mas disse que as forças de Kiev não poderiam derrotar o exército da Rússia no campo de batalha e que apenas uma solução política pode acabar com o derramamento de sangue.
"Ucranianos não podem derrotar o exército russo, essa não é uma proposta prática. Tem que haver uma solução política", disse o ministro das Relações Exteriores, Philip Hammond, à Sky News.
"Este homem (Putin) enviou tropas através de uma fronteira internacional e ocupou o território de outro país em pleno século 21 agindo como se fosse um tirano em meados do século 20. Nações civilizadas não se comportam dessa forma", acrescentou.
A Rússia nega as acusações ocidentais e ucranianas de que está apoiando ativamente os separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia, enviando regularmente tropas e armas à região.
Os comentários de Hammond foram feitos um dia após a chanceler alemã, Angela Merkel, afirmar que o envio de armas para ajudar a Ucrânia a combater os separatistas não resolveria a crise da região, o que foi duramente criticado pelos políticos norte-americanos.
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