Governo de Cuba diz que está determinado a enfrentar ação subversiva dos EUA
Presidente cubano diz que país enfrentará tentativas de desestabilização com unidade, disciplina, organização e clareza ideológica
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247 - O chanceler cubano Bruno Rodríguez denunciou neste domingo (24) que a embaixada dos Estados Unidos no país desempenha um papel crescente nos esforços de subversão política e ratificou a determinação de enfrentar este trabalho agressivo.
Em sua conta oficial no Twitter, o chanceler destacou que o comportamento da representação norte-americana é "provocativo e violador da Convenção de Viena", que determina que os diplomatas respeitem as leis do país onde estão credenciados e se abstenham de fazer julgamentos sobre seus assuntos internos.
Também no domingo, o primeiro-secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba (PCC), Miguel Díaz-Canel, sublinhou que são frequentes os encontros de dirigentes estadunidenses com dirigentes da contrarrevolução, aos quais orientam, encorajam e dão apoio logístico e financeiro.
“Nas suas plataformas de comunicação, incluindo as redes digitais, emitem diariamente pronunciamentos ofensivos que constituem uma interferência aberta nos assuntos internos da ilha”, afirmou no encerramento da segunda reunião plenária do Comité Central do PCC.
Díaz-Cael, que é também presidente da República relatou como a embaixada dos Estados Unidos busca informações para difamar Cuba em temas como direitos humanos, democracia e contradições sociais.
“Eles pretendem identificar e promover lideranças, principalmente jovens, prepará-los no exterior, para utilizá-los na promoção de suas ideias antissocialistas, pró-capitalistas e neoliberais”, frisou.
Da mesma forma, ele enfatizou que vários representantes da Casa Branca insistem em seus pronunciamentos nas redes sociais para manter acusações contra a nação caribenha.
Além disso, especificou que esses esforços para tentar subverter a ordem em Cuba não são novos.
Tais ações são acompanhadas por medidas coercitivas de Washington para asfixiar economicamente a ilha, pelo uso de mentiras e calúnias para campanhas de descrédito e imagens distorcidas da realidade, como parte da guerra não convencional travada contra Cuba.
'Diante desses comportamentos, não ficaremos de braços cruzados; estamos determinados a enfrentá-los por meio da denúncia pública; e temos ferramentas poderosas: unidade, disciplina, estratégias de trabalho aprovadas, organização e clareza ideológica ', observou Diaz-Canel, segundo informações da Prensa Latina.
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