Governo da Palestina apresenta pedido de renúncia
O governo da Palestina liderado pelo primeiro-ministro Rami Hamdallah apresentou nesta terça-feira (29) sua renúncia ao presidente Mahmoud Abbas, mas continuará exercendo suas funções até a formação do novo gabinete ministerial, comunicou a agência palestina Wafa; "O governo entregou ao presidente Mahmoud Abbas seu pedido de renúncia, mas continuará exercendo suas obrigações e servindo ao nosso povo [...] até à formação do novo governo" declarou o primeiro-ministro
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247, com Wafa - O governo da Palestina liderado pelo primeiro-ministro Rami Hamdallah apresentou nesta terça-feira (29) sua renúncia ao presidente Mahmoud Abbas, mas continuará exercendo suas funções até a formação do novo gabinete ministerial, comunicou a agência palestina Wafa.
"O governo entregou ao presidente Mahmoud Abbas seu pedido de renúncia. Ele continuará exercendo suas obrigações e servindo ao nosso povo [...] até à formação do novo governo", diz a agência, referindo-se às declarações de Hamdallah durante a reunião do gabinete de ministros na terça-feira (29).
Ele assinalou que deseja a formação em breve de um novo governo e que para o sucesso de seu funcionamento será necessária "a confiança dos cidadãos" e o "apoio sincero de todas as forças, grupos parlamentares e componentes da sociedade palestina".
A notícia surgiu após supostas declarações do presidente Mahmoud Abbas sobre o desejo de substituir o governo em função e exercer mais pressão sobre o movimento islâmico palestino Hamas que controla a Faixa de Gaza. De acordo com o porta-voz do primeiro-ministro, Yussef al-Mahmoud, Hamdallah também apoiou esse plano.
O governo de unidade nacional de Rami Hamdallah foi formado em 2014 para reconciliar os governos rivais da Cisjordânia e Faixa de Gaza.
O conflito entre o Fatah, liderado por Abbas, e o Hamas, que assumiu o controle da Faixa de Gaza, irrompeu em 2006 depois de vários confrontos armados entre os dois grupos palestinos. Em outubro de 2017, ambas as partes assinaram um acordo que estipulava a criação de um governo unido na Cisjordânia e na Faixa de Gaza até 1º de dezembro de 2017. Porém, os dois partidos decidiram adiar a execução do plano.
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