Governo Biden mantém apoio a Guaidó e Caracas denuncia espoliação dos recursos da Venezuela

"Pretendem continuar com a espoliação descarada dos recursos de todas e de todos os venezuelanos", afirmou o chanceler venezuelano

(Foto: Reuters | Mises)


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Sputnik – Caracas atacou "uma classe política sem escrúpulos e divorciada dos interesses nacionais" após o "embaixador extraordinário" dos EUA no país apoiar a "continuidade da Assembleia Nacional legítima".

Felix Plasencia, ministro das Relações Exteriores venezuelano, criticou na segunda-feira (27) James Story, "embaixador extraordinário" dos EUA no país sul-americano, por seguir chamando Juan Guaidó de presidente interino da Venezuela.

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Pretendem continuar com a espoliação descarada dos recursos de todas e de todos os venezuelanos, por parte de uma classe política sem escrúpulos e divorciada dos interesses nacionais. Mais cedo ou mais tarde será feita justiça e terão que ser responsabilizados ante nosso povo.

Felicitamos a Assembleia Nacional da Venezuela por seus esforços em buscar uma solução democrática em torno da continuidade. Seguiremos reconhecendo a vigência da Assembleia Nacional de 2015 e do presidente interino Juan Guaidó. Regressar às negociações no México é o melhor caminho.

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Story, por sua vez, respondia a um comunicado da autoproclamada Assembleia Nacional da Venezuela, que anunciou a "continuidade da Assembleia Nacional legítima, e do presidente [Guaidó] responsável pela modificação do Estatuto de Transição [da Constituição da Venezuela] na primeira discussão".

Além de Plasencia, Freddu Ñáñez, ministro de Comunicação e Informação da Venezuela também disse que todos sabem quem "está por trás da palhaçada do 'governo interino', que só tem um interesse: perpetuar o roubo do ouro venezuelano nas mãos da Inglaterra e o roubo de nossas riquezas no exterior".

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Em 20 de dezembro, o Supremo Tribunal do Reino Unido deu uma vitória parcial a Guaidó no caso do ouro venezuelano detido no Banco da Inglaterra, e remeteu o caso ao Tribunal de Comércio para ele resolver se as 31 toneladas do metal valioso devem ser devolvidas a Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, que reclama a posse dos recursos do Estado, ou a Juan Guaidó, reconhecido por Londres como "presidente interino" do país sul-americano.

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