Governadora de Michigan repudia protesto da morte da extrema-direita contra isolamento
"Precisamos ouvir não as pesquisas de opinião ou pessoas com agendas políticas, mas epidemiologistas e especialistas em saúde pública", afirmou a governadora do estado de Michigan, Gretchen Whitmer, que criticou o protesto armado convocado pela extrema-direita
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247 - A governadora do estado de Michigan, nos EUA, Gretchen Whitmer, classificou como "perturbador" o protesto armado do grupo que invadiu a câmara legislativa de Lansing na última quinta, pedindo o fim do confinamento.
Um grupo convocado pela chamada American Patriot Rally (Ato Patriota Americano), de extrema-direita, realizou ato na câmara. Dezenas de manifestantes, incluindo pessoas armadas, invadiram o saguão do parlamento exigindo que a governadora democrata retirasse suas ordens de confinamento.
"Não estamos em uma crise política em que devemos apenas negociar e encontrar um terreno comum aqui. Estamos em uma crise de saúde pública. Estamos no meio de uma pandemia global", disse a governadora. "Precisamos ouvir não as pesquisas de opinião ou pessoas com agendas políticas, mas epidemiologistas e especialistas em saúde pública", acrescentou.
Whitmer repeliu a ação de pessoas que carregavam símbolos como "suásticas e bandeiras confederadas [defendem a escravidão], laços e rifles automáticos", que para ela não representam a maioria dos habitantes do estado.
Ela criticou o desrespeito as regras de distanciamento estabelecidas por conta da pandemia e defendeu a continuidade do estado de emergência Michigan, que deve continuar até o dia 27 de maio.
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