Governadora de Hong Kong diz que não vai ceder à violência

A líder de Hong Kong, Carrie Lam, descartou nesta terça-feira (15) fazer concessões a manifestantes diante da crescente violência, que a polícia disse estarem agora “arriscando vidas”, ao citar a detonação de uma pequena bomba.

Carrie Lam
Carrie Lam (Foto: Agência Brasil)


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Reuters - “Eu já disse em muitas ocasiões que a violência não nos dará a solução. A violência só geraria mais violência”, afirmou Lam em entrevista coletiva nesta terça-feira (15), quando reafirmou que não cederá à violência.

“Que as concessões sejam feitas simplesmente por causa da escalada da violência só vai piorar a situação. Por outro lado, devemos considerar todos os meios para acabar com a violência.”

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Os manifestantes têm cinco exigências principais, que incluem o sufrágio universal e uma investigação independente sobre o que dizem ter sido uma força excessiva da polícia para lidar com os protestos.

Hong Kong tem sido palco de inquietação há quatro meses, com grandes passeatas e protestos violentos envolvendo gás lacrimogêneo, coquetéis molotov e disparos de armas de fogo. 

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A agitação representa o maior desafio popular para o presidente chinês, Xi Jinping, desde que chegou ao poder em 2012. Ele alertou que qualquer tentativa de dividir a China seria esmagada.

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