Governada pela extrema-direita, Colômbia tem aumento de mortes de defensores dos direitos humanos

Porta-voz do Alto Comissariado das ONU, Marta Hurtado, denunciou o aumento da morte de defensores dos direitos humanos na Colômbia, governada pelo direitista Ivan Duque, no ano passado. Ao todo, 07 ativistas foram assassinados e outros 13 casos estão sendo investigados

Soldados das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
Soldados das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). (Foto: Farcs)


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247 - A porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas (ONU), Marta Hurtado, denunciou o aumento da morte de defensores dos direitos humanos na Colômbia, governada pelo direitista Iva Duque,  no ano passado. Segundo a denúncia, 107 ativistas foram assassinados e outros 13 casos estão sendo investigados por equipes da própria ONU. 

"Estamos profundamente preocupados com o significativo número de defensores e defensoras de direitos humanos que foram assassinados na Colômbia durante o ano de 2019", afirmou Hurtado no comunicado sobre o caso. 

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Segundo ela, s dez assassinatos registrados apenas nos primeiros dez dias de 2020 mostra um "ciclo vicioso e endêmico de violência e impunidade". Ainda conforme a ONU, 98% dos 107 assassinatos registrados no ano passado aconteceu em zonas rurais, onde muitas das vítimas atuavam em comunidades e junto aos povos indígenas e afrodescendentes. 

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