Genocida volta a atacar residências em Gaza

Exército de Benjamin Netanyahu voltou a bombardear as construções mais altas da Faixa de Gaza nesta terça-feira, derrubando um prédio de apartamentos e escritórios com 13 andares e destruindo a maior parte de um edifício residencial de 16 andares, após ter alertados os moradores a deixarem o local; o Hamas, grupo militante que domina a Faixa de Gaza, acusou Israel de um "ato sem precedentes de vingança contra civis"

Exército de Benjamin Netanyahu voltou a bombardear as construções mais altas da Faixa de Gaza nesta terça-feira, derrubando um prédio de apartamentos e escritórios com 13 andares e destruindo a maior parte de um edifício residencial de 16 andares, após ter alertados os moradores a deixarem o local; o Hamas, grupo militante que domina a Faixa de Gaza, acusou Israel de um "ato sem precedentes de vingança contra civis"
Exército de Benjamin Netanyahu voltou a bombardear as construções mais altas da Faixa de Gaza nesta terça-feira, derrubando um prédio de apartamentos e escritórios com 13 andares e destruindo a maior parte de um edifício residencial de 16 andares, após ter alertados os moradores a deixarem o local; o Hamas, grupo militante que domina a Faixa de Gaza, acusou Israel de um "ato sem precedentes de vingança contra civis" (Foto: Roberta Namour)


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Por Nidal al-Mughrabi e Jeffrey Heller

GAZA/JERUSALÉM (Reuters) - Israel voltou a bombardear as construções mais altas da Faixa de Gaza nesta terça-feira, derrubando um prédio de apartamentos e escritórios com 13 andares e destruindo a maior parte de um edifício residencial de 16 andares, após ter alertados os moradores a deixarem o local.

Os militares israelenses se recusaram a comentar especificamente sobre os ataques que derrubaram a Torre Basha e danificaram o chamado Complexo Italiano, dizendo apenas ter atacado 15 "locais de terrorismo", incluindo alguns em prédios que abrigavam centros de controle e comando do Hamas.

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O Hamas, grupo militante que domina a Faixa de Gaza, acusou Israel de um "ato sem precedentes de vingança contra civis", com o objetivo de dissuadir os palestinos de apoiar o movimento islamista.

Um representante do Hamas, Osama Hamdan, disse que o Egito propôs um novo cessar-fogo e aguarda a resposta de Israel, após a derrocada de uma trégua de cinco dias e o insucesso das negociações indiretas entre israelenses e palestinos no Cairo há uma semana.

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Preso a uma guerra que já dura sete semanas e prometendo interromper o lançamento de foguetes a partir do enclave, Israel começou a atacar os três edifícios mais altos de Gaza no sábado, quando derrubou a torre Al Zafer, de 13 andares.

Nenhuma morte foi registrada nesses ataques, que foram precedidos por mísseis não-explosivos de alerta que forçaram os moradores a fugir. Vinte pessoas ficaram feridas no ataque ao prédio Complexo Italiano, e duas outras morreram em ataques israelense a outras localidades da Faixa de Gaza, disseram autoridades médicas.

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Foguetes palestinos danificaram uma casa na cidade costeira de Ashkelon, no sul de Israel, ferindo levemente 10 pessoas, disse a polícia. Outro foguete foi interceptado sobre a região de Tel Aviv, afirmou uma porta-voz do Exército.

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