Gás lacrimogêneo, confrontos e prisões marcam o dia do trabalho na Turquia

Na Turquia, o primeiro de maio, dia do trabalhor, foi marcado manifestações e confrontos. Os sindicatos não convocaram marchas para a praça Taksim em Istambul, mas os pequenos partidos não perderam a oportunidade para protestar contra as políticas do governo; para dispersar os manifestantes, a polícia montou barreiras e no meio dos confrontos disparou balas de borracha e gás lacrimogéneo

Na Turquia, o primeiro de maio, dia do trabalhor, foi marcado manifestações e confrontos. Os sindicatos não convocaram marchas para a praça Taksim em Istambul, mas os pequenos partidos não perderam a oportunidade para protestar contra as políticas do governo; para dispersar os manifestantes, a polícia montou barreiras e no meio dos confrontos disparou balas de borracha e gás lacrimogéneo
Na Turquia, o primeiro de maio, dia do trabalhor, foi marcado manifestações e confrontos. Os sindicatos não convocaram marchas para a praça Taksim em Istambul, mas os pequenos partidos não perderam a oportunidade para protestar contra as políticas do governo; para dispersar os manifestantes, a polícia montou barreiras e no meio dos confrontos disparou balas de borracha e gás lacrimogéneo (Foto: Felipe L. Goncalves)


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247 - O primeiro de maio, dia do trabalho, foi marcado por intensos protestos e muita repressão oficial na Turquia. 

Embora os sindicatos não tenham convocado atos na praça Taksim, em Istambul, os pequenos partidos não perderam a oportunidade para protestar contra as políticas do governo.

Para dispersar os manifestantes, a polícia montou barreiras e no meio dos confrontos disparou mesmo balas de borracha e usado gás lacrimogéneo. Os meios de comunicação turcos falam em dezenas de detenções.

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Duas semanas após a realização do referendo que deu ainda mais poderes ao presidente, continua a tensão com os movimentos de oposição. Os manifestantes garantem que vão continuar a lutar pelos direitos dos trabalhadores e contra o que chamam de “ditadura de Erdogan”.

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