G7 prepara sanções contra empresas da China, Irã e Coreia do Norte por suporte à Rússia, diz mídia

O chanceler alemão não forneceu detalhes sobre as eventuais novas sanções contra a Rússia

Justin Trudeau, Joe Biden e Rishi Sunak - 16/11/2022. Bali, Indonesia
Justin Trudeau, Joe Biden e Rishi Sunak - 16/11/2022. Bali, Indonesia (Foto: Simon Walker / No10 Downing Stre)


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Sputnik - Os países do G7 estão discutindo a imposição de sanções contra empresas da China, do Irã e da Coreia do Norte por supostamente terem fornecido à Rússia componentes e tecnologias que podem ser usados ​​para fins militares, informou a agência de notícias Bloomberg, citando fontes.

 Segundo a mídia, o grupo das maiores economias ocidentais prepara o anúncio do pacote de sanções contra os países até 24 de fevereiro, quando a operação militar russa na Ucrânia fará um ano. As medidas de cada nação do G7 poderá variar.

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 Mais cedo nesta quarta-feira (8), o chanceler alemão, Olaf Scholz, afirmou que a União Europeia (UE) vai impor uma nova rodada de sanções contra a Rússia neste mês, para marcar a data do início do conflito.

 De acordo com a Bloomberg, Scholz acredita que as medidas mais duras fornecerão "um sinal claro para [Vladimir] Putin de que ele não está tendo sucesso com seus planos imperialistas".

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 O chanceler alemão não forneceu detalhes sobre as eventuais novas sanções contra a Rússia.

 Entre as diversas sanções anti-russas impostas por países ocidentais, União Europeia proibiu o fornecimento de aeronaves civis e peças de reposição à Rússia e obrigou arrendadores a rescindir contratos com companhias aéreas locais até o final de março. Serviços de manutenção e seguro de aeronaves também foram proibidos.

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 A UE, os EUA, o Canadá e alguns outros Estados fecharam o espaço aéreo para aeronaves russas.

 Moscou aponta que a Rússia está pronta para enfrentar o cerco econômico promovido pelo bloco ocidental, mas já alertou sobre medidas de retaliação para contra ações hostis.

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