G20 também debaterá intervenção na Síria

Presidente Dilma chega nesta terça-feira a São Petersburgo, na Rússia, para participar dos debates que ocorrerão nos próximos dias e para reuniões bilaterais; discussões ocorrem no momento em que os EUA anunciaram a decisão de uma intervenção militar na região

Presidente Dilma chega nesta terça-feira a São Petersburgo, na Rússia, para participar dos debates que ocorrerão nos próximos dias e para reuniões bilaterais; discussões ocorrem no momento em que os EUA anunciaram a decisão de uma intervenção militar na região
Presidente Dilma chega nesta terça-feira a São Petersburgo, na Rússia, para participar dos debates que ocorrerão nos próximos dias e para reuniões bilaterais; discussões ocorrem no momento em que os EUA anunciaram a decisão de uma intervenção militar na região (Foto: Gisele Federicce)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O agravamento da crise na Síria deve ser tema também da Cúpula do G20 (as 20 maiores economias mundias), em São Petersburgo, na Rússia. A presidenta Dilma Rousseff chega hoje (3) à cidade para participar dos debates que ocorrerão nos próximos dias e para reuniões bilaterais. As discussões ocorrem no momento em que os Estados Unidos anunciaram a decisão de uma intervenção militar na região.

Em comunicado, a organização do G20 informou que o foco das atenções da cúpula será o debate sobre o crescimento econômico e a estabilidade financeira, assim como a criação de emprego de qualidade e o combate ao desemprego.

continua após o anúncio

A presença do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é avaliada por especialistas como um esforço norte-americano para conquistar apoio à ação armada na Síria. Porém, durante os debates, Obama esbarrará em críticas e resistências da Rússia e China, países aliados da Síria e contrários à intervenção.

Os norte-americanos dizem que têm provas da utilização de gás sarin pelas forças ligadas ao governo do presidente sírio, Bashar Al Assad. Já o governo da Rússia exige provas por parte dos inspetores das Nações Unidas e do Conselho de Segurança sobre o uso do gás na região.

continua após o anúncio

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Edição: Graça Adjuto

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247