França não descarta intervenção militar na Síria
Depois de expulsar o embaixador sírio, François Hollande diz que não permanecerá sem reação perante o que está ocorrendo no país de Bashar al-Assad
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Roberta Namour – correspondente do 247 em Paris – O presidente francês mudou recentemente de nome, mas a linha do país em relação à Síria e aos conflitos da Privamera Àrabe foram mantidos. Foi o que mostrou François Hollande em sua primeira entrevista para uma emissora de televisão desde que tomou posse. Segundo o socialista, "uma intervenção armada na Síria não está excluída" desde que “ela ocorra de acordo com o direito internacional e sob uma deliberação do Conselho de Segurança das Nações Unidas”.
Paris, assim como Washington, Berlim, Londres e outras grandes potências ocidentais, decidiu expulsar o embaixador sírio do País. “Não posso permanecer sem reação perante o que está ocorrendo na Síria, e nós coordenaremos nossas ações de acordo com nossos colegas europeus”, disse Hollande.
"Há sanções a serem anunciadas, elas devem ser reforçadas. Conversarei com o presidente (Vladimir) Putin quando ele vier a Paris na sexta-feira. É ele, juntamente com a China, que está mais distante sobre essas questões de sanções. E devemos convencê-lo que não é possível deixar o regime de Bashar al-Assad massacrar seu próprio povo", afirmou François Hollande.
O presidente francês convocou uma reunião do Grupo dos Amigos da Síria para o início de julho, para tentar encontrar uma solução que não seja obrigatoriamente militar.
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