França: ministro diz que governo continuará firme sobre reforma trabalhista

O plano para reformular as regras de trabalhistas é crucial para provar a capacidade da França de fazer reformas, e o governo vai se manter firme apesar dos protestos de rua e bloqueios de refinarias, disse o ministro das Finanças do país, Michel Sapin, disse em entrevista; o governo está sob pressão para encontrar uma solução para o impasse com o sindicato linha dura CGT sobre a reforma trabalhista a poucos dias antes do início do campeonato de futebol Euro 2016 na França, que a representação sindical ameaça interromper

O plano para reformular as regras de trabalhistas é crucial para provar a capacidade da França de fazer reformas, e o governo vai se manter firme apesar dos protestos de rua e bloqueios de refinarias, disse o ministro das Finanças do país, Michel Sapin, disse em entrevista; o governo está sob pressão para encontrar uma solução para o impasse com o sindicato linha dura CGT sobre a reforma trabalhista a poucos dias antes do início do campeonato de futebol Euro 2016 na França, que a representação sindical ameaça interromper
O plano para reformular as regras de trabalhistas é crucial para provar a capacidade da França de fazer reformas, e o governo vai se manter firme apesar dos protestos de rua e bloqueios de refinarias, disse o ministro das Finanças do país, Michel Sapin, disse em entrevista; o governo está sob pressão para encontrar uma solução para o impasse com o sindicato linha dura CGT sobre a reforma trabalhista a poucos dias antes do início do campeonato de futebol Euro 2016 na França, que a representação sindical ameaça interromper (Foto: Romulo Faro)


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Paris (Reuters) - O plano para reformular as regras de trabalhistas é crucial para provar a capacidade da França de fazer reformas, e o governo vai se manter firme apesar dos protestos de rua e bloqueios de refinarias, disse o ministro das Finanças do país, Michel Sapin, disse em entrevista.

O governo está sob pressão para encontrar uma solução para o impasse com o sindicato linha dura CGT sobre a reforma trabalhista a poucos dias antes do início do campeonato de futebol Euro 2016 na França, que a representação sindical ameaça interromper.

"Em primeiro lugar, devemos ser firmes", disse Sapin em uma entrevista à Reuters e a três jornais europeus.

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"Fazer o contrário seria errado com os (outros) sindicatos, que apoiam o texto."

O linha dura CGT tem organizado protestos de rua, greves de trem e bloqueios de refinarias para pressionar o governo a desistir dos planos de reforma.

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Mas a moderado CFDT, outro grande sindicato da França, apoia a reforma que permitirá que as empresas demitam com mais facilidade em tempos difíceis, mas também dará mais poder aos sindicatos para negociar acordos com cada empresa e não em âmbito nacional.

(Por Ingrid Malander)

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